MadCap.com.br é um blog pessoal. Um site onde pensamentos, fotografias, histórias, ilustrações ou qualquer outra coisa sem sentido é postada em uma forma cronológica. Só isso já explica tudo.

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A vida em um celular

14 de outubro de 2010

Esse post é ilustrado por um cotidiano fora do normal captado pelas lentes wide do meu celular. Vamos ao dia-a-dia:

Neste dia eu estava de bem com a vida e tranquilo. Essa Variant bege, toda original, com os faróizinhos parecidos com o do Zé do Caixão, estava tentando entrar na minha faixa há uns 10 carros lá na frente. Na minha vez, eu deixei. Para a minha surpresa, era um mulher padrão-modelo, magrela mas encorpada, pescoço fino e esguio e queixão milimetricamente aprumado com as proporções heróicas que uma mulher tem que ter para ser bonita. E ainda com rabo-de-cavalo.

A machaiada deve ter se constrangido com a sutileza do carro ao passar xingando a frutuosa mulher.

Tem vezes que a gente acerta em cheio. Ou caga de vez.

O palhaço amarrado pelas mãos e atarracado pelo pescoço por uma cordinha branca. Flagrado nas cercanias de Taguatinga, a terra da beleza beligerática.

Aniversário dos Kamikases, um dos maiores e mais famosos Moto Clubes de Brasília. Como todos bons arruaceiros, suas motos, coletes e capacetes são ornados com a mais fina decoração capetística, como chifres, caveiras, couro cru e espetagens.

Esta foto ficou legal porque é um POV de um triciclo com um monte de ícone em segundo plano para desconstruir.

Este quadro está exposto em um famoso restaurante Good Tucker Down Under tipicamente australiano. A reprodução da pintura (Sidney Nolan, Death of Constable Scanlon, 1946) homenageia aquele irlandês pavio-curto chamado Ned Kelly. Um camarada que reinventou a armadura. E matou um monte de brigadiano.

A questão é que eu achei que o quadro estava de cabeça para baixo. Olhando atentamente para as árvores, o céu e tudo mais, descobri que esse quadro é uma homenagem ao bandidão que pendurava pelas pernas os policiais malvados.

Fazendo uma projeção visual eletrônica, onde foram empregadas as mais difíceis e complexas formas de simulação de restruturação visual, rotacionei a imagem abaixo para vocês imaginarem a posição certa:

É interessante conhecer a cultura antes de repercutir o classissismo.

Aí você diz: “Ah, babaca pra caraio isso.” Mas googleie pra você ver. No final das contas não é a remada contrária que faz o turbilhão, e sim a cauda monga que te abana.

A arte do anonimato na internet.

24 de agosto de 2010

Desde quando a internet era internet eu gostava de fazer experiências sociais constrangedoras. Era um pouco de anarquismo sem fronteiras moderadas e também uma lasca de anonimato literal.
Lembro-me da vez em que um colega de trabalho resolveu agitar uma lista de discussão em que participávamos, a famosa e d’outrora reconhecidíssima WDMasters, hospedada na 10′Minutos. A lista tinha virado uma babação de ovo infernal e meu colega mandou ver uma foto escatológica, sem pudores e malícias, de uma mulher qualquer fazendo um No.º 2 aguado.
Lembro que aquilo gerou moderação instantânea, gente surtou e alvoroçamos a lista de uma maneira que ela nunca mais voltou ao normal. MEu amigo, em sua essência, era um umbundsman que falava o que ninguém tinha coragem ali. E, tempos depois, descobri que muita gente importante e histórica da internet gostou do que ele aprontou.
***
Mas não era essa a questão.
***
Depois disso continuei com os vários conceitos experimentais e sociais virtuais. A internet virou minha alcova de frankenstenezices até o dia em que resolvi, com o mesmo mentecapto ali da estória acima, criar um email fake, desses que todos repassam.
Eu não lembro direito o conteúdo — mesmo porque era lorota braba — mas o email foi bem diagramado, escrito e disparado. Em questão de horas ele começou a voltar para a caixa de entrada. Na semana seguinte, praticamente todos do meu meio virtual tinham me repassado o email ou uma variante dele. Foi um sucesso viral incrível e o seu ponto de glória foi quando a empresa (não sei se era microsoft ou icq, que o valha) escreveu uma pequena nota no site dizendo que aquilo era bullshit.
***
Era 2001 isso. Naquela época eu vi o quão feroz e monstruosa a internet poderia ser. E nunca mais mexi com os grandes.
***
voltei minhas atenções na rede humana individualista. Criei sites, personagens, gente em foruns, omunicadores instantâneos e tudo mais.
A coisa não era mais tão legal, mesmo porque a massa e a cauda monga estavam ficando menos massivas e mongas.
Até o dia em que eu recebi um convite do Orkut.
***
Mermão, pense na porteira de um infinito sem lei que me fôra aberta! Orkut, a primeira e mais monstruosa rede social mundial nas minhas mãos.
Criei Três personagens inolvidáveis: um bastardo milionário, um nobre parente da realeza brasileira e um faveladinho de oratória invejável. Todos, com alguma interação intersocial e finamente monitorados em seus passos e indicações.
***
Como você e eu temos tempo sobrando, vou contar a história desses camaradas, um a um.
***
O faveladinho foi fácil de construir: meia dúzia de fotos, algumas comunidades carniceiras, uns amigos vidaloka e os truta correria e sepam, mil hora mil grau o maluko entrou na lombra de conversar nivelado em comunidades inteligentes.
Comunidades do tipo “Devaneios de Nietzsche”, “A alcobaça Freudiana” e “Literatos doutrém” nunca mais foram a mesma. Os demiurgos e babacobaços irritavam-se com a qualidade intelectual do ranhento. Ficavam furiosos quando o faveladinho os destamancavam com pensamentos inteligentes e quebrativos. Não apelava, não chuleava, não brigava. Eram palavras que os desferiam na eteriedade.
A muleta desses comunas era fácil, segregadora e racista. Tratamento escravocrata e gritos de ordem do tempo dos grilhões avermelhavam vossos olhos.
E assim eu fazia, vez ou outra a veia de algum sociólogo mofento, angionar.
***
O nobre era cômico demais! Tinha sobrenome que não cabia no campo devido no cadastro. Eram cerca de 12 familias reais que o compunham. Suas comunidades variavam de Monarquia e impérios, passando por realeza e Bourbons até principados europeus e o bom costume cultural.
Fez amigos inimagináveis. Travou conversas calorosas com alguns membros famosos reais brasileiros (sim, a nobreza no Brasil é uma força que nunca acabou, pode pesquisar). Ganhou convites para banquetes “reais”, fez amizades com outras nobrezas européias internetizadas.
Era um sujeito muito tranquilo.
E tinha um amigo, o bastardo milionário.
***
O bastardo milionário era um porra-louca perdido no mundo da esbórnia maquineísta. Independente, cheio de empresas, casas, carros, barcos, viagens e mulheres.
Arrastava o nobre para todas as festas e putarias. Tomava Romaneé no bico da garrafa e comia caviar com bolacha maria. Não tinha meias palavras, quase um alter-ego do amigo nobre. Completavam-se, Enquanto o MSN do nobre era uma alcova de belas palavras regadas a cordas e vicissitudes, o Messenger do bastardo era o porão do underground lascivo.
***
O faveladinho morreu de bala perdida: era muito difícil conseguir amizades. Os intelectuais — apesar da boa trica de idéias que o franzininho gerava — tinham vergonha de ter um sujeito como ele na lista de amigos.
Assim matei ele sem mais nem menos, cobrindo de remorsos todos que o ignoravam.
***
Matei o nobre em Aspen. Bateu de frente em uma conífera soterrada da mais fina e seca snow powder, torcendo-lhe o pescoço e arrancando daquele esbelto corpo a jovialidade de uma vida inteira.
O cortejo fúnebre deu-se em Monte Carlo, contando até com nota nas comunidades nobres virtuais.
***
O Milionário e bastardo durou muito mais tempo. Como era um putanheiro de marca maior, seu msn e orkut eram a própria filial da Fornication SA. O Libertino era coroínha perto desse monstro egocêntrico.
Um colega meu começou a administrar o perfil. Ele conseguia fazer a mulherada se despir em 5min de conversa na webcam. Era incrível toda a futilidade que ele confrontava. Seus printscreens chegavam com os diálogos anexados. Eu não acreditava que essa putaria explícita fosse tão eficiente.
Caprichei nas fotografias do camarada: quem é da velha guarda virtual e meio nerd vai lembrar daquele gordo alemão intragável, Kim Schmitz, conhecido com Kimble.
Kimble foi a quintessência virtual da internet: um camarada que lucrou muito com a papagaiada toda de segurança, bolsa de valores e internet. Faz viagens maneiras, festar monstruosas e, por incrível que pareça, seus amigos eram quem mais se divertiam.
A receita então era simples, toda a foto que o Kimble não apareceia, ia para o orkut do milionário. Nisso apareceu o cara andando de helicóptero, jatinho particular, em cubas, canáras e fiji, esqui e mulheres estonteantes, ferraris e muita estravagância aturdida. http://en.wikipedia.org/wiki/Kim_Schmitz
Era o ímã de mulheres perdidas ,a perdição em forma de galanteador.
***
Uma das cocotinhas que ele aliciou para seu exército da perdição foi a Besga. A Besga era uma feínha muito marrenta que procurava freneticamente uma alavanca social. Tinha um leve estrabismo e uma cara meio sei lá, Juliana Paes antes da fama. Ela ficou amiga do nobre, antes dele sucumbir nos galhos de Aspen. E sua polipersonalidade era fantástica: um doce de pessoa, amável e culta, afável e verossímil com o nobre. E uma piriguete maliciosa e cheia de mundanices com o nosso putanhesco rico.
***
E assim a poliavatariedade dos personagens resumiu-se no ricasso desapegado. Ele dava uns tocos geniais na menina, que, não sei porque cargas d’água, não sucumbia aos petardos.
Foi quase um ano de coices e tabefes e nada. Nossa idéia aterrorizante foi a mais fria e calculista: criar uma fake gostosa, vagabunda e inteligente para desbancá-la.
E lá vamos nós surrupiar fotos e criar outro monstrinho mulher nota 1000. A Besga surtou. Atacava vorazmente em pvt aquela chinóca, que se deleitava em retribuir as gentilezas.
No final das contas nosso milionário convidou a besguita para um debut hedonista em algum recôncavo europeo. É claro que ela não aceitou e a nossa cocótínha fake assumiu seu lugar. Qubramos corações, cortamos laços e fechamos com chave de ouro a página das redes sociais compartilhadas.
***
Esse meu amigo desgraçado vez ou outra, muito tempo depois disso, religa a máquina dos infernos do msn e chama a besga pro fight. E ela, de pronto, aceita.
***
A questão é que eu não consigo parar de testar os humanos. É uma doença isso. Faço de tudo para não entrar mais nessa barca social, mas é inevitável. Sacanear talvez seja uma atitude biltre e covarde.
Mas a ingenuidade, meu amigo, essa é impagável.

Desde quando a internet era internet eu gostava de fazer experiências sociais constrangedoras. Era um pouco de anarquismo sem fronteiras moderadas e também uma lasca de anonimato literal.

Lembro-me da vez em que um colega de trabalho resolveu agitar uma lista de discussão em que participávamos, a famosa e d’outrora reconhecidíssima WDBrasil, hospedada na 10′Minutos. A lista tinha virado uma babação de ovo infernal e o ilustre mandou ver uma foto escatológica, de uma mulher fazendo um No.º 2 aguado.

Lembro que aquilo gerou moderação instantânea, gente surtou e alvoroçamos a lista de uma maneira que a dita nunca mais voltou ao normal. O infeliz, em sua essência, era um umbundsman que falava o que ninguém tinha coragem ali. E, tempos depois, descobri que muita gente importante e histórica da internet gostou do que ele aprontou.

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Mas não era essa a questão.

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Depois disso continuei com os vários conceitos experimentais e sociais virtuais. A internet virou minha alcova de frankenstenezices até o dia em que resolvi, com o mesmo mentecapto ali da estória acima, criar um e-mail fake, desses que todos repassam.

Eu não lembro direito o conteúdo — mesmo porque era lorota braba — mas o e-mail foi milimetricamente diagramado, escrito e disparado. Em questão de horas ele começou a voltar para a caixa de entrada. Na semana seguinte, praticamente todos do meu meio virtual tinham me repassado o e-mail ou uma variante dele. Foi um sucesso viral incrível e o seu ponto de glória foi quando a empresa (não sei se era Microsoft ou icq, que o valha) escreveu uma pequena nota no site dizendo que aquilo era bullshit.

***

Era 2001 isso. Naquela época eu vi o quão feroz e monstruosa a internet poderia ser. E nunca mais mexi com os grandes.

***

Voltei minhas atenções na rede humana individualista. Criei sites, personagens, gente em fóruns, comunicadores instantâneos e tudo mais.

A coisa não era mais tão legal, mesmo porque a massa e a cauda monga estavam ficando menos massivas e mongas.

Até o dia em que eu recebi um convite do Orkut.

***

Mermão, pense na porteira de um infinito sem lei que me fôra aberta! Orkut, a primeira e mais monstruosa rede social mundial nas minhas mãos.

Criei Três personagens inolvidáveis: um bastardo milionário, um nobre parente da realeza brasileira e um faveladinho de oratória invejável. Todos, com alguma interação intersocial e finamente monitorados em seus passos e indicações.

***

Como você e eu temos tempo sobrando, vou contar a história desses camaradas, um a um.

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O faveladinho foi fácil de construir: meia dúzia de fotos, algumas comunidades carniceiras, uns amigos vidaloka e os truta correria e sepam, mil hora mil grau o maluko entrou na lombra de conversar nivelado em comunidades inteligentes.

Comunidades do tipo “Devaneios de Nietzsche”, “A alcobaça Freudiana” e “Literatos doutrém” nunca mais foram a mesma. Os demiurgos e babacobaços irritavam-se com a qualidade intelectual do ranhento. Ficavam furiosos quando o faveladinho os destamancavam com pensamentos inteligentes e quebrativos. Não apelava, não chuleava, não brigava. Eram palavras que os desferiam na eteriedade.

A muleta desses comunas era fácil, segregadora e racista. Tratamento escravocrata e gritos de ordem do tempo dos grilhões avermelhavam vossos olhos.

E assim eu fazia, vez ou outra a veia de algum sociólogo mofento, angionar.

***

O nobre era cômico demais! Tinha sobrenome que não cabia no campo devido no cadastro. Eram cerca de 12 familias reais que o compunham. Suas comunidades variavam de Monarquia e impérios, passando por realeza e Bourbons até principados europeus e o bom costume cultural.

Fez amigos inimagináveis. Travou conversas calorosas com alguns membros famosos reais brasileiros (sim, a nobreza no Brasil é uma força que nunca acabou, pode pesquisar). Ganhou convites para banquetes “reais”, fez amizades com outras nobrezas européias internetizadas.

Era um sujeito muito tranquilo.

E tinha um amigo, o bastardo milionário.

***

O bastardo milionário era um porra-louca perdido no mundo da esbórnia maquineísta. Independente, cheio de empresas, casas, carros, barcos, viagens e mulheres.

Arrastava o nobre para todas as festas e putarias. Tomava Romaneé no bico da garrafa e comia caviar com bolacha Maria. Não tinha meias palavras, quase um alter-ego do amigo nobre. Completavam-se, Enquanto o MSN do nobre era um convescote de belas palavras regadas a cordas e vicissitudes, o Messenger do bastardo tornara-se o porão do underground lascivo.

***

O faveladinho morreu de bala perdida: era muito difícil conseguir amizades. Os intelectuais — apesar da boa troca de idéias que o franzininho gerava — tinham vergonha de ter um sujeito como ele na lista de amigos.

Assim matei ele sem mais nem menos, cobrindo de remorsos todos que o ignoravam. Acho que até foi de bala perdida em alguma CDD da vida quotidiana.

***

Matei o nobre em Aspen. Bateu de frente, esquiando, com uma conífera soterrada na mais fina e seca snow powder, torcendo-lhe o pescoço e arrancando daquele esbelto corpo a jovialidade de uma vida inteira.

O cortejo fúnebre deu-se em Monte Carlo, contando até com nota nas comunidades nobres virtuais.

***

O Milionário e bastardo durou muito mais tempo. Como era um putanheiro de marca maior, seu msn e orkut eram a própria filial da Fornication SA. O Libertino era coroínha perto desse monstro egocêntrico.

Um colega meu começou a administrar o perfil. Ele conseguia fazer a mulherada se despir em 5min de conversa na webcam. Era incrível toda a futilidade que ele confrontava. Seus printscreens chegavam com os diálogos anexados. Eu não acreditava que essa putaria explícita fosse tão eficiente.

Caprichei nas fotografias do camarada: quem é da velha guarda virtual e meio nerd vai lembrar daquele gordo alemão intragável, Kim Schmitz, conhecido com Kimble.

Kimble foi a quintessência virtual da internet: um camarada que lucrou muito com a papagaiada toda de segurança, bolsa de valores e internet. Faz viagens maneiras, festar monstruosas e, por incrível que pareça, seus amigos eram quem mais se divertiam.

A receita então era simples, toda a foto que o Kimble não aparecia, automaticamente era selecionada para o orkut do milionário. Nisso apareceu o cara andando de helicóptero, jatinho particular, em Cuba, Canárias e Fiji, no meio das peitólas de européias lascivas estonteantes, Ferraris e muita estravagância aturdida.

Era o ímã de mulheres ninféticas, a perdição em forma de um galanteador abastado.

***

Uma das cocotinhas que ele aliciou para seu exército da perdição foi a Besga. A Besga era uma feínha muito marrenta que procurava freneticamente uma alavanca social. Tinha um leve estrabismo e uma cara meio sei lá, Juliana Paes antes da fama. Ela ficou amiga do nobre, antes dele sucumbir nos galhos de Aspen. E sua polipersonalidade era fantástica: um doce de pessoa, amável e culta, afável e verossímil com o nobre. E uma piriguete maliciosa e cheia de mundanisses com o nosso putanhesco rico.

***

E assim a poliavatariedade dos personagens resumiu-se no ricasso desapegado. Ele dava uns tocos geniais na menina, que, não sei porque cargas d’água, não sucumbia aos petardos.

Foi quase um ano de coices e tabefes e nada. Mulher de malandro na mais ínfima e sutil essência. Nossa idéia aterrorizante foi fria e calculista: criar uma fake gostosa, vagabunda e inteligente para desbancá-la.

E lá vamos nós surrupiar fotos e criar outro monstrinho mulher nota 1000. A Besga surtou. Atacava vorazmente em pvt aquela chinóca, que se deleitava em retribuir as gentilezas.

No final das contas nosso milionário convidou a besguita para um debut hedonista em algum recôncavo europeo. É claro que ela não aceitou e a nossa cocótínha fake assumiu seu lugar na viagem. Fotos não faltaram depois. Quebramos corações, cortamos laços e fechamos com chave de ouro a página das redes sociais compartilhadas.

***

Esse meu amigo desgraçado vez ou outra, muito tempo depois disso, religa a máquina dos infernos do msn e chama a besga pro fight. E ela, de pronto, aceita.

***

A questão é que eu não consigo parar de testar os humanos. É uma doença isso. Faço de tudo para não entrar mais nessa barca social, mas é inevitável.

Sacanear talvez seja uma atitude biltre e covarde.

Mas a ingenuidade, meu amigo, essa é impagável.

Face Lift

16 de outubro de 2009

Faz um tempo que não escrevo aqui. Estava meio de saco cheio das coisas, infeliz com umas realidades absurdas e de saco cheio desse blog.

Pois então, ou eu o matava, o que seria muito bom, ou então eu dava um jeito de retomar o fôlego da chincha.

Esta é a nova cara do blog. Azul o que antes era vermelho. Inspirado, quiçá, no Slam Girl ou então no GimmeWings.

Vai dar uns erros ainda, mesmo porque layout muito personalizado é uma merda.

No FireFox e no Google Chrome está rodadando que é uma beleza. O IE, melindroso, está comendo umas coisas que não era para comer.

Se você se sentir mal, triste, traído ou ofendido com o layout, sinta-se a vontade para reclamar no sistema de comentários.

Aliás, agora aparece o seu Gravatar nos comentários. (Não sabe o que é um Gravatar? clique aqui e faça já o seu.)

Fui.

Você é Jeca?

24 de setembro de 2009

As redes sociais modernas foram invadidas por uma mania insossa, inútil: testes, cujos resultados são analogias a músicas, novelas, cores, seriados e a puta que pariu em geral. Coisa da antiga, rejuvenescida.

Este teste é diferente, analógico, old-school. Imprima-o, risque-o com um lápis, calcule os números de cabeça; é muito mais emocionante!

Você é Jéca?