MadCap.com.br é um blog pessoal. Um site onde pensamentos, fotografias, histórias, ilustrações ou qualquer outra coisa sem sentido é postada em uma forma cronológica. Só isso já explica tudo.

Posts com a tag ‘invencionices’

Orkut, Orkut meu…

24 de novembro de 2009

É, meu amigo: agora você pode compartilhar sua mulher sensual (ou ela mesmo se auto-promover) para todos no Orkut:

Book Sensual

HOMEM:  Presenteie-se com o BOOK SENSUAL de sua mulher.

Alto fala, baixo vive.

14 de novembro de 2008

Os demiurgos deste veículo brindam seus freqüentadores com uma resenha rara, captada pela proximidade animalesca de R.Valentino em último bal masqué, realizado por ocasião da inclusão do então consagrado gráfico da “falafalicitude autômata de vozes”, um resumo heróico e competitivo desafiando R.Valentino a criar um gráfico de axis paralelos com explicação auto-entendível.

A questã logrou a voluta peripatética abaixo:

TABELA FRAGMENTADA - CLASSE SOCIAL VERSUS POTÊNCIA SONORA DESPRENDIDA

Notas do Autor: Consideráveis variáveis que influenciaram na pesquisa:

— Elitistas emergentes e falsos elitistas falaram muito alto; pertencem às classes inferiores originais.

— Pobres que falam baixo têm problemas de dicção, ortodônticos ou  são mudos.

Papibaquígrafo

30 de outubro de 2008

Papibaquígrafo

Coentro

16 de outubro de 2008

Odeio coentro. Tenho total aversão pelo gosto, pelo cheiro, pelo formato mimético e copiado da salsa. O coentro (na medida certa) é como pimenta (em excesso) na comida: consegue inocular seu aroma fétido e gosto execrável, inibindo o sabor original do pobre alimento.

Mas nem tudo é pessimismo pessoal: descobri que aquele cheiro-de-peido que o coentro exala é muito pior para a saúde do que eu imaginava.

Simone Weil (Cf. Simone Weil, Plantes toxiques et leur bel-mortels plaisirs, 1997, p. 476) bem explica os efeitos devastadores que o uso constante da umbelífera (Coriandrum sativum) exerce no metabolismo humano:

Jusque-là, il n’y avait pas un travail d’enquête sur la variété de plante glabreux. La coriandre (Coriandrum latine) de la famille des ombellifères, dont les feuilles – utilisée comme assaisonnement ou de saveur – une forte odeur, et dégage une grand caractéristique lorsqu’il est utilisé en cuisine.

Cette odeur vient du mélange des alcaloïdes pirrolizidíniques (une substance toxique produite dans le processus de bio-synthèse de la plante) avec du cyanure d’hydrogène (qui produit la forte odeur des amandes amères à partir des feuilles macérées).

Au cours des sept années de recherche (1989 à 1996) a montré que la consommation continue de coriandre peut conduire à une cirrhose, avec un risque élevé de cancer de parvenir à la destruction totale des cellules du foie

(…)

Au départ, la recherche a pour but d’identifier la présence de la toxine dans les plantes séchées herbier récoltés dans la cité scientifique de Villeneuve-d’Ascq (Université Lille Nord-de-France). Plus tard une analyze ont été mis dans 185 spécimens de plantes dans la nature, prises à différents moments de l’année et dans différents pays.

Les tests de laboratoire pour déterminer la présence d’alcaloïdes alliés de cyanure dans les plantes et de démontrer leurs méfaits ont été les plus exhaustives de recherche menées par l’Weil et avec les efforts des experts multidisciplinaire dans les domaines de la chimie, la toxicologie et l’histologie de Lille.

Pour l’identification des alcaloïdes et le cyanure, un processus qui a été utilisé est, d’abord, avec du méthanol à préparer un extrait de la plante, la chaleur et il analysera les différents composés chimiques de la vapeur dans un chromatographe en phase gazeuse couplée à un détecteur (spectrophotomètre) de masses. Ensuite, en utilisant des techniques de résonance magnétique nucléaire du proton et du carbone 13, isolé et caractérisé dix types d’alcaloïdes et de quatre différents types de cyanure (y compris le cyanure de potassium (KCN) et de cyanure de sodium (NaCN); changements C ≡ N et ion-ion CN) entre les composés chimiques, plus la réalisation des extraits purifiés de la substance.

L’étape suivante consistait à effectuer les tests toxicologiques, avec l’injection d’alcaloïdes dans 140 rats, dix pour chaque type de substance seule. Il est appliqué dans différentes doses chaque cobaye, afin de mieux suivre et d’évaluer l’effet de la toxine dans le corps de l’animal.

Enfin, les rats ont été sacrifiés et le foie soumis à histologiques analyze, pour évaluer l’état microscopique de cellules. Weil a été constaté au moment où les dommages aux organes des animaux qui avaient reçu des doses plus élevées de l’alcaloïde.

(…)

La combinaison avec les alcaloïdes et cyanure hepatoxiques sont différents, c’est-poison mortel pour le foie. La toxine bloque la circulation du sang dans le corps et nuire à son fonctionnement.

Agora a empenhada e livre tradução do trecho documental da revista cientifica québécois, cometida por nossa artífice francófona Émile Maraneur:

Até então, não havia um trabalho investigativo sobre essa variedade de planta glabra. O coentro (do latim coriandrum) da família das umbelíferas (Coriandrum sativum) cuja folha — usada como tempero ou condimento — exala um odor forte e característico quando utilizado na culinária.

Esse odor é proveniente da mistura de alcalóides pirrolizidínicos (uma substância tóxica produzida no processo de bio-síntese da planta) com cianeto de hidrogênio (que produz o forte cheiro de amêndoas amargas das folhas maceradas).

Durante os sete anos de pesquisa (1989 a 1996) foi comprovado que o consumo contínuo do coentro pode provocar a cirrose hepática, com alto risco de chegar ao câncer através da destruição total das células do fígado.

(…)

Inicialmente a pesquisa procurou identificar a presença da toxina em plantas desidratadas colhidas no herbário da Cidade científica Villeneuve-d’Ascq (Universidade Lille  do norte da França). Posteriormente foram postas em análise 185 exemplares de plantas in natura, colhidas em diferentes épocas do ano e em diferentes países.

Os exames laboratoriais para identificar a presença de alcalóides aliados a cianetos nas plantas e comprovar seus malefícios constituíram a parte mais exaustiva da pesquisa conduzida por Weil e com o esforço multidisciplinar de especialistas das áreas de química, toxicologia e histologia da Lille.

Para a identificação dos alcalóides e cianuretos, foi empregado um processo que consiste, inicialmente, em preparar com metanol um extrato da planta, aquecê-lo e analisar os diferentes compostos químicos contidos no vapor em um cromatógrafo gasoso acoplado a um detetor (espectofotômetro) de massas. Depois, com o uso de técnicas de ressonância magnética nuclear de próton e de carbono 13, isolou e caracterizou dez diferentes tipos de alcalóides e quatro tipos diferentes de cianetos (Inclusive cianeto de potássio (KCN) e cianeto de sódio (NaCN); as variações C≡N e íon íon CN-) entre os compostos químicos, conseguindo obter extratos purificados da substância.

O passo seguinte foi realizar os ensaios toxicológicos, com a injeção dos alcalóides em 140 ratos, dez para cada tipo de substância isolada. Aplicaram-se doses diferentes em cada cobaia, para poder melhor controlar e avaliar o efeito da toxina no organismo do animal.

Por último, os ratos foram sacrificados e seus fígados submetidos a análises histológicas, para avaliação microscópica do estado das células. Foi quando Weil pôde constatar os danos causados aos órgãos dos animais que haviam recebido doses maiores de alcalóide.

(…)

A combinação dos alcalóides com os cianetos diversos são hepatóxicos, ou seja, venenos mortais para o fígado. A toxina obstrui a circulação sangüínea no órgão e compromete seu funcionamento.