MadCap.com.br é um blog pessoal. Um site onde pensamentos, fotografias, histórias, ilustrações ou qualquer outra coisa sem sentido é postada em uma forma cronológica. Só isso já explica tudo.

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O existencialismo otimista.

22 de fevereiro de 2011

Keeping an eye on the world going by my window

Taking my time, lying there and staring at the ceiling

Waiting for a sleepy feeling

Talvez a humanidade não tenha sido feita pra felicidade.

Como um antigo que sempre dizia que não “portávamos a informação genética” para aceitar a idéia do infinito, talvez tal pricípio se aplique à idéia que temos do bonheur.

Infindável tristeza.

Para alcançar a prática da felicidade uma pequenina mudança passa a pôr em jogo a própria existência do espírito. Para ascender ao estado final das coisas, uma tal saturação de contentamento e de prazer força toda a inquietude abolida.

O que se tem hoje é apenas uma idéia vaga, imprecisa e, principalmente, nociva desse elemento vital.

E a impossibilidade da existência infinita é o fim de toda a imortalidade. É o materialismo, rôto, escarnecido. O ateu que sofre da crise de menosprezo, da amargura da solidão. O sentimento de alma que o corrói e expele o gozo de que algo mais existe e o atormenta. O próprio corpo, preciso, forte, lúcido e preparado, independente que se faz, sente essa presença coexistente.

É o desespero de ter que acreditar que um Deus exista.

E aí toda a felicidade que dantes esquadrinhada a se alcançar, solito e independente, molda-se em pedacinhos de fé indissolúveis. Chama essa força sei-lá-de-onde de qualquer coisa: alma jamais. Deus, criador ou outra coisa, jamais.

E o corpo materialista e cético se odeia por esses lapsos piscantes de alma etérea.

Desespera-se.

E você nem imagina o quanto.

Grandes Manoeuvres.

25 de fevereiro de 2010

Grandes Manœuveres

Esta ilustração acima é a página 29 de um livro chamado Mes Jolis Jeux, que comprei em um sebo sebendo qualquer por R$9,99. Descobri que ele é tiragem única, de uma pequeno prélo de uma livraria francesa, a Hachette librairie e que sua edição é de 1880. A tipografia é clássica da casa de fundição Frutiger e as ilustrações são à talho doce.

A página acima ensina a criançada a ser criativa e estrategista na hora de montar grandes manobras em um campo de batalha com soldados de chumbo.

Antigamente a guerra era glamourosa…

15 de setembro de 2009

A arte da guerra