
Os anúncios ganham cores, maior bom gosto, é a nossa fase art-noveuau.
Artistas conhecidos passam a desenhar para a publicidade e poetas famosos são os nossos primeiros copywriters.
É o tempo da sátira política na propaganda, que iria se prolongar por toda a década seguinte. Affonso Pena dá um testemunho entusiasta para o Bazar do Japão, sem muita compostura, e o mesmo fazem seus ministros, entre eles Miguel Calmon e David Campista.
Um dos anúncios da época, veiculado na Fon-Fon!, mostra o Barão do Rio Branco, gordo e saudável, conversando com um menino. Assim: “Seu Barão, o que devo fazer para ficar forte e bonito como o senhor?” A resposta: “Deves-te alimentar com o milagroso Manah, que, além de ser atualmente a salvação das crianças, ainda oferece um prêmio de 500$000″.
Clique aqui para ver todos os anúncios deste período
Clique aqui para ver todos os anúncios deste período 

