What's up

Bem-vindo ao acervo virtual de anúncios publicitários do MadCap, um projeto sobre a história e a evolução publicitária nas mídias impressas nacionais. O banco de imagens conta com um acervo de mais de dois mil anúncios dos mais variados produtos e serviços, atualizado diariamente. A métrica é simples e minimalista: divisão por décadas, subdivididas por veículos.

Você tem alguma revista ou jornal antigo e gostaria de colaborar com este acervo? Entre em contato!

Divirta-se!


Palavra do editor
Olá! Meu nome é Ralph, editor deste pedaço de internet chamado A publicidade antes dos malditos publicitários: uns 174 e poucos anos de anúncios interessantes antes do umbiguismo profissional propagandeiro no Brasil”. Este espaço é um acervo de peças publicitárias históricas que não pára de crescer. A idéia não é ficar famoso, escrever um livro nem se tornar referência para bolhufa nenhuma. É uma coleção expontânea, de boa vontade e o melhor, disponível para todos.

Os arquivos aqui apresentados mostram detalhes bem enxutos e básicos. O ano e mês da publicação, o veículo utilizado, nome do anunciante (que as vezes é muito difícil de entender) e um link para download do arquivo em um formato maior. Talvez essa métrica mude um dia, mas é o suficiente para começar agora.

Todos os anúncios foram pesquisados em bibliotecas públicas e particulares, setores de obras raras e em revistas e almanaques velhos comprados em sites de leilões. A grande maioria teve que ser fotografado, pois não toleram a luz de scanners, o que compromete um pouco a qualidade gráfica final.

Espero que todo o material abaixo tenha uma boa utilidade!

1880-1900
A história da propaganda no Brasil começou em 1808, quando nasceu a Gazeta do Rio de Janeiro, nosso primeiro jornal. Esse periódico publicaria o mais antigo anúncio de que se tem notícia: “Quem quiser comprar uma morada de casas de sobrado com frente para Santa Rita, fale com Joaquina da Silva, que mora nas mesmas casas…” A partir daí, pequenos textos sem ilustração, alguns sem título, do tipo “classificados”, começaram a oferecer serviços: professores de línguas, casas à venda ou para alugar, ofertas de escravos, recompensa para quem encontrasse algum negro fugido, como um certo Felipe, de Rio Claro, “com estatura menos que regular, cheio de corpo, bunda grande, de cor fula”.


Disclaimer sobre o projeto
Todos os anúncios encontrados neste projeto são materiais de pesquisa histórica sobre a popaganda no Brasil e não constituem publicidade paga.

A maioria dos anúncios publicitários foram colhidos por fotografias. Isso significa que você poderá encontrar algumas distorções visuais (aberrações cromáticas, vignete, distorção perspectiva e até reflexos).

Blibliografia:
Biblioteca da UnB - Seção de Obras Raras;
Biblioteca da UnB - Seção de Periódicos;
Livro 100 Anos de Propaganda
       Ed. Abril Cultural;
Livro 200 Anos de Propaganda no Brasil - do reclame ao cyber-anúncio
       Ricardo Ramos
       Pyr Marcondes
       Ed. Meio & Mensagem
Acervo particular