
Último dia da viagem, últimos quilômetros para rodar. O trecho é um velho conhecido, rodovia quase inteira duplicada e sem o fantasma do perigo que já foi um dia.
Saímos tarde do hotel, como um prenúncio de que o tempo era uma coisa irrefreável. A viagem foi quieta e tranquila, paramos no restaurante preferido para almoçar, em meia-praia. Logo mais, a última vista do oceano para então apertar o pé na subida da serra.
Cruzamos por um acidente horrível no meio da serra, na fatídica curva da santa. Um caminhão carregado com Álcool tombou e explodiu, fazendo uma bagunça boa no fluxo contrário da estrada.
Chegamos à noite em Curitiba. Descarregamos o carro, tomamos um banho, deitamos na cama e, depois de 14 hotéis diferentes, dormimos em casa.


























































































































































