Hoje eu descobri como são feitas as azeitonas recheadas com pimenta:
Este é um pé de azeitona-preta-recheada-com-pimenta. Não é uma oliveira, porque é original do cerrado. E sim, as azeitoninhas estão pequenas porque não amadureceram direito.
Hoje eu descobri como são feitas as azeitonas recheadas com pimenta:
Este é um pé de azeitona-preta-recheada-com-pimenta. Não é uma oliveira, porque é original do cerrado. E sim, as azeitoninhas estão pequenas porque não amadureceram direito.
Olha só: eu enjoei fortemente do Twitter. Isso me deixou um pouco perdido porque minhas idéias bossais — que até então eram descargadas diretamente nas 140 bostinhas literais — ficam flanando em torno da macambúzia cachóla.
Aí as coisas ficam assim meio etéreas. Ontonte, por exemplo: saquei um retrato de um pôr-de-sol brasiliense classe A. Algo surreal. Então passou meia hora e eu esqueci da película.
Aliás, ô telefone que tira umas fotos boas. E filma melhor ainda.
Meu carro tá pipocando maravilhosamente com o mais fino liquor de sobras de dinossauros, a tal da Podium. Até fogueia de emoção na sobrequeima.
Ma’ isso não tem nada a ver.
A questão é que ano que vem será novamente um daqueles anos feladaégua: mudanças monstruosas, crises epopéticas e fantasmagorisses assimétricas me assolarão até a poeira do cerrado baixar.
Chegou a edição do Circus Day que finquei na Blurb. Lindo. Olha ele:
Ganhei, além da moedeta abaixo, um papiro com uns egiptos dançando a macarena. Muito bom, só tenho que imaginar como pendurar na parede sem condená-lo.
A arte féde.
A nave vai.
Quem ama o fêo, bonito le é.
Tá, colocarei a foto do luscrofrusco aqui no post. Lembre-se que é uma foto noturna em um carro em movimento e com um celuléba
:
Outro livro autografado e conversado com os próprios autores:
O Challenging your Dreams é um relato de duas pessoas que resolveram chutar o balde, transformar tudo que tinham em uma Defender 110 completa e auto-sustentável e seguir mundão afora. No site você tem todos os detalhes. O livro, que até então eu desconhecia que existia, foi-me vendido diretamente de uma dessas caixinhas que ficam no carro deles.
Mariposa stol quase nas boas para iniciar o push back no JK.
Igual esse blog: acha que é o que nem percebe ser.
(Foto de celular, modo macro ligado e dia nublado lá fora.)
Esse post é ilustrado por um cotidiano fora do normal captado pelas lentes wide do meu celular. Vamos ao dia-a-dia:
Neste dia eu estava de bem com a vida e tranquilo. Essa Variant bege, toda original, com os faróizinhos parecidos com o do Zé do Caixão, estava tentando entrar na minha faixa há uns 10 carros lá na frente. Na minha vez, eu deixei. Para a minha surpresa, era um mulher padrão-modelo, magrela mas encorpada, pescoço fino e esguio e queixão milimetricamente aprumado com as proporções heróicas que uma mulher tem que ter para ser bonita. E ainda com rabo-de-cavalo.
A machaiada deve ter se constrangido com a sutileza do carro ao passar xingando a frutuosa mulher.
Tem vezes que a gente acerta em cheio. Ou caga de vez.
O palhaço amarrado pelas mãos e atarracado pelo pescoço por uma cordinha branca. Flagrado nas cercanias de Taguatinga, a terra da beleza beligerática.
Aniversário dos Kamikases, um dos maiores e mais famosos Moto Clubes de Brasília. Como todos bons arruaceiros, suas motos, coletes e capacetes são ornados com a mais fina decoração capetística, como chifres, caveiras, couro cru e espetagens.
Esta foto ficou legal porque é um POV de um triciclo com um monte de ícone em segundo plano para desconstruir.
Este quadro está exposto em um famoso restaurante Good Tucker Down Under tipicamente australiano. A reprodução da pintura (Sidney Nolan, Death of Constable Scanlon, 1946) homenageia aquele irlandês pavio-curto chamado Ned Kelly. Um camarada que reinventou a armadura. E matou um monte de brigadiano.
A questão é que eu achei que o quadro estava de cabeça para baixo. Olhando atentamente para as árvores, o céu e tudo mais, descobri que esse quadro é uma homenagem ao bandidão que pendurava pelas pernas os policiais malvados.
Fazendo uma projeção visual eletrônica, onde foram empregadas as mais difíceis e complexas formas de simulação de restruturação visual, rotacionei a imagem abaixo para vocês imaginarem a posição certa:
É interessante conhecer a cultura antes de repercutir o classissismo.
Aí você diz: “Ah, babaca pra caraio isso.” Mas googleie pra você ver. No final das contas não é a remada contrária que faz o turbilhão, e sim a cauda monga que te abana.