Tuitando e andando.
7 de julho de 2009
Perdi a sensibilidade do quarto superior externo do dedo indicador da mão direita ao carregar mais peso que deveria. Mas tá voltando. Fiz muitos amigos em três meses o que é um recorde histórico na minha vida. Começo a ficar de saco cheio. De novo. E isso é bad, bad thing. Quiçá novos ares? (Censor, avalie se posso publicar isso sem retaliação). Já programado no Orçamento Geral da União Pessoal: Jalapão, Chapada Diamantina, Rota do Ouro e Diamante (Estrada Real), San Pedro de Atacama, Lençóis Maranhenses, Jeri, serras gaúcha e catarinense. Tudo de carro, ok? Não esquecer: fabricar álbum impresso anual de fotogramas madcapianos; fabricar álbum ‘Dia de Circo’. Juntar dinheiro para comprar uma câmera que preste. Acho que trinquei uns ossos da mão. Não deixa de ser ‘calejamento’. A dor é psicológica. Final do mês bora prá Curitiba. Imitar é evoluir. O bom (mesmo) de Brasília é o que fica ao redor. Preciso de uns R$500.000,00 para comprar um apartamento mediano e usado no plano. Tchau.
O grande gráfico da butalidade humana
3 de julho de 2009
Acredito que todo mundo com um pouquinho de discernimento emocional e social, admite, com o tempo, que o ser humano é um monstro devastador e destruitivo.
Generalizando, mesmo.
Qual é a primeira reação pública massiva que se nota quando uma comunidade entra em colapso, blecaute, estado de alerta ou crise interna? Destruir tudo, é claro. Saquear, confrontar, matar.
É a torcida organizada que passa e quebra vitrines. Ou mata um infeliz torcedor rival que cruzou o caminho.
São os novaiorquinos, ianques rednecks saqueando o que podem no último grande blecaute do leste americano.
Gente que rouba donativos, invade mercados e apodera-se de todo o estoque etílico de mercados que foram inundados no alagamento catarinense.
O humano tem requintes de crueldade quando o assunto é cultural. A massa é vergonhosa e pútrida. Os populares lincham mesmo se você soltar o criminoso no meio deles.
E a torcida do pão-e-circo aplaude e afaga os verdugos com julgamentos de Talião, como se a justiça do certo fosse o absolutismo vivencial.
O humano está mais arredio. Não fala mais bom-dia. Ninguém mais se cumprimenta. O indivíduo está cada vez mais cercado de redomas e escudos protetores. “Culpa da sociedade”. “Culpa dos criminosos que andam soltos”. ” A sociedade faliu”.
O sociopata é você, anarquista zombador.
O trânsito urbano virou uma mácula no convívio coletivo. Uma pequenina guerra de poderes começa toda vez que a ignição promove as pequeninas explosões dentro do motor. A disputa de espaço no trânsito caótico, o estresse do engarrafamento, a lerdeza, a falta do pisca, a fechada, a pequena colisão que apenas arranhou a traseira.
O taxista, que é um profissional desta guerra, acredita em sua superioridade medíocre.
A arma apontada por um demente. A briga que resulta em espancamento. A perseguição gerada depois de xingamento mútuo. A chave-de-roda que estoura um vidro lateral. O risco na lata “para esse filhadaputa aprender”.
Somos monstros inflexíveis, meu caro.
Não existe mais amor. Não existe perdão, compaixão, ternura.
Nossas arestas pontificam cada vez mais espinhos ao nosso redor que não deixam alternativas a não ser nos afastar mais e mais de indivíduos também espinhudos.
O poderio bélico da Nova Ordem Mundial tem capacidade para destruir o planeta Terra umas 15 vezes. Sem brincadeira! Temos os melhores requintes de dizimação social. A indústria bélica é linda.
Somos o único animal que consegue planejar o extermínio da nossa própria espécie. Inventamos a guerra. A luta já não tinha mais graça, mesmo porque todos os animais lutam. Nós não… Ah, tínhamos que evoluir, não é mesmo?
Geramos mais de 350 guerras em menos de 300 anos. Matamos 86 bilhões de pessoas. Um prêmio justo aos agressores, já que na maioria delas os opressores pisaram a garganta dos oprimidos sem dó e sem piedade.
Até o futebol causou uma guerra idiota, veja você.
Dê voz aos anônimos, para você ver. Criará monstros vorazes que saberão mesquinhamente como te reduzir à merda.
O humano é uma vergonha.
Adoravelmente repugnante, por assim dizer.
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O gráfico abaixo baseia-se no estudo de Harmann-Krupki-Valentino (postulat.1997) onde “a linha tênue que separa” (termo que virou jargão e lugar-comum posteriormente) é a base absoluta das curvas comportamentais e sociológicas de comunidades históricas ao decorrer da coexistência universal.
Pode se observar que a proporcionalidade temporal não se interrelaciona com métrica alguma, quando Valentino publica um dia quotidiano ao mesmo espaço de uma era histórica.

Harley Davidson
25 de junho de 2009
Teste da nova lente ultra-clara prime f:1.4 adquirida dias atrás:
Brincadeira: é a velha e amadora FinePix que ninguém quer comprar.
Informe Publicitário
23 de junho de 2009
Tenho um amigo chamado Pererinha. Ele é meio esquisitão, mas muito gente boa. Eu o conheci quando ele fez a besteira de entrar na empresa onde eu trabalhava. O pior é que ele ficou amigo do Jéfson outra flor incheirável.
E a gente estragou ele. O cara, que outrora era afável e bondoso, tornara-se mesquinho, alcoólatra, cheio de manias estranhas e trejeitos malévolos.
Chegou ao fundo do poço quando matou um colega de trabalho descobriu que a empresa em que ele trabalhava não lhe garantiria uma aposentadoria cheia de mordomias. Largou a posição profissional, virou desempregado, foi despejado e perdeu a dignidade ao começar a furtar guloseimas em mercados e feiras.
Mas a vida é cheia de sorte e revés, o jovenzinho conseguiu se reerguer, largou a bebida, empregou-se novamente, garantiu renda, casou.
Mas ainda está passando um perrengue danado.
E por conta disso ele resolveu ter a brilhante idéia de mendigar fundos para seu sonho mais promíscuo e esvoaçante: comprar um MacBook Pro.
Criou um site, meteu o tutano para relembrar das aulas de CCAA de trás dos montes e pá! Fundou uma nação de um domínio só com seu pedido oficial de ajuda.
Como a gente sempre sacaneou ele com montagens (o Pererinha era, de longe, a figura mais iconoclasta da empresa que sofria montagens engraçadas, como esta logo abaixo) Agora chegou a hora de se redimir.
Ajude-o na inclusão digital com o Apple da Familia. Divulgue nas listas do Yahoo, do Google Groups, parentes abastados, gente fina da melhor qualidade. Ele merece.
Enquanto isso postarei, semanalmente, montagens pertinentes que a gente fazia dele:

Divergência divertida
22 de junho de 2009
Não sei o que causou maior dúvida: o preço alto do limone ou a divergência especulativa do “cesiliano” de cima ser 10 centavos mais caro que o “seciliano” lá de baixo.
Foto de um iPhone. Apesar da lentícula medíocre, de vez em quando saca belos retratos.

Mitsubishi Motorsports 2009
22 de junho de 2009
Há um mês atrás tive que tomar uma séria decisão na minha vida: participaria da terceira etapa do MMS “Sudeste” aqui em Brasília como competidor ou como apoio?
A dúvida era grande por algumas razões elementares: a estrutura e o marketing que corre 24h durante todo o evento é viciante. Não conheço outro rally monomarca no Brasil que tenha tamanha organização e seriedade como o que vi sábado passado.
Optei por “competir”. A inscrição era irrisória e todo o protocolo formalizado sem delongas. Eu como “piloto” e a Célia como “navegadora”. Sexta à noite assistimos uma aula de navegação com nada menos que Lourival Roldan, diretor de prova, o homem que participou quatro vezes do Dakar, dez vezes do Sertões, navegou para o Spinelli, Vívolo, Kolberg, Hoffman.
Largamos com uma planilha na mão, uma calculadora, um gps e um cronômetro. Não nos perdemos, atrasamos pouco, matamos tempo perdido em neutros, quase atropelamos uma cobra, uma perdiz e um competidor na contra-mão e finalizamos na 55º posição de 181 participantes, onde mais de 20 carros não completaram a prova.
Para quem nunca participou, valeu o esforço!
Em agosto tem mais uma etapa em Curitiba. Se você mora na região e tem um carro com os três diamantes na grade dianteira do carro, não perca.
Vale cada segundo perdido nos “PCs”.










