MadCap.com.br é um blog pessoal. Um site onde pensamentos, fotografias, histórias, ilustrações ou qualquer outra coisa sem sentido é postada em uma forma cronológica. Só isso já explica tudo.

O existencialismo otimista.

22 de fevereiro de 2011

Keeping an eye on the world going by my window

Taking my time, lying there and staring at the ceiling

Waiting for a sleepy feeling

Talvez a humanidade não tenha sido feita pra felicidade.

Como um antigo que sempre dizia que não “portávamos a informação genética” para aceitar a idéia do infinito, talvez tal pricípio se aplique à idéia que temos do bonheur.

Infindável tristeza.

Para alcançar a prática da felicidade uma pequenina mudança passa a pôr em jogo a própria existência do espírito. Para ascender ao estado final das coisas, uma tal saturação de contentamento e de prazer força toda a inquietude abolida.

O que se tem hoje é apenas uma idéia vaga, imprecisa e, principalmente, nociva desse elemento vital.

E a impossibilidade da existência infinita é o fim de toda a imortalidade. É o materialismo, rôto, escarnecido. O ateu que sofre da crise de menosprezo, da amargura da solidão. O sentimento de alma que o corrói e expele o gozo de que algo mais existe e o atormenta. O próprio corpo, preciso, forte, lúcido e preparado, independente que se faz, sente essa presença coexistente.

É o desespero de ter que acreditar que um Deus exista.

E aí toda a felicidade que dantes esquadrinhada a se alcançar, solito e independente, molda-se em pedacinhos de fé indissolúveis. Chama essa força sei-lá-de-onde de qualquer coisa: alma jamais. Deus, criador ou outra coisa, jamais.

E o corpo materialista e cético se odeia por esses lapsos piscantes de alma etérea.

Desespera-se.

E você nem imagina o quanto.

Publicidade: 1900-1910 | Vanadiol

21 de fevereiro de 2011

27-05-1900 - Vanadiol | Publicado na Revista da Semana (RJ)

Publicado na Revista da Semana (RJ) – 27/05/1900
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Publicidade: 1900-1910 | Mappin Stores

20 de fevereiro de 2011

02-07-1900 - Mappin Stores | Publicado na Revista da Semana (RJ)

Publicado na Revista da Semana (RJ) – 27/05/1900
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Publicidade: 1900-1910 | Café Viaducto

19 de fevereiro de 2011

02-07-1900 - Café Viaducto | Publicado no Diário Popular (SP)

Publicado no Diário Popular (SP) – 02/07/1900
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Publicidade: 1900-1910 | Café Papagaio

18 de fevereiro de 2011

01-11-1900 - Café Papagaio | Publicado no Correio do Povo (Santos, SP)

Publicado no Correio do Povo (Santos SP) – 01/11/1900
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Publicidade: 1900-1910 | Instituto de Tuberculosos

17 de fevereiro de 2011

01-11-1900 - Instituto de Tuberculosos | Publicado no Correio do Povo - Santos (SP)

Publicado no Correio do Povo (Santos, SP) – 01/11/1900
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A herança do tradicionalismo que nunca tive.

17 de fevereiro de 2011

Minha família é relativamente nova aqui no Brasil. Uma dessas levas imigratórias loucas européias, com um pouco de guerra, fome, miséria e brigas pontuais. Nada de glamour ou esperteza no processo; a coisa era subsistência e sobrevivência pura.

Acontece que nesse período curto de Brasil, a família, de um modo geral, passou por poucas e boas. Desde o auge das fazendas, extrativismos, comércio, marcenarias e beneficiamentos até a mais simples e usual bancarrota da mão na frente e atrás,  a vida passou da mesma forma calma e sorrateira.

D’além mar quase não veio nada, apenas uma canastra ou outra com roupas, meia dúzia de ferramentas e algum superfluo que se perdeu com o tempo.

Não sobraram lembranças materiais. Apenas histórias recontadas, fotos surrupiadas e lendas fermentadas com o tempo.

Dia desses tuitei uma frase que resume toda esta reação à praticidade:

Sempre gostei de velharias. Tenho um rádio Pioneer antigo de 1940, de baquelite, micromatic, com ondas curtas. Ganhei do meu avô, que barganhou com outrem e que, no final das contas, tornou-se parte desta herança adquirida e figurada.

A mesma coisa funciona com um tankard alemão de cerveja, feito de estanho, prata e cerâmica queimada. Encontrei na marcenaria do meu avô paterno, cheio de trapos e sujo de betume de madeira. Na época eu nunca tinha visto um caneco com tampa, achei muito legal e ele me deu. Disse que era um utensílio qualquer, que tinha ganhado de alguém e que nunca viu um uso para o mesmo.

É uma herança sem importância histórica, mesmo porque tem gravado no estanho o nome da familia do antigo dono da peça. Em alemão gótico antiquíssimo.

Minha capacidade de coleção de coisas antigas aumenta a cada dia. Tentei, tempos atrás, negociar uma Luger P08 em uma loja de quinquilharias no meio do Goiás. Quase consegui. Pena que o velho era louco.

Hoje não me é estranho surtar por um passado que não existiu.

Apenas tento sanar essa ausência com um materialismo relevante.

Acho que está funcionando.

Academia Bola de Ferro.

14 de fevereiro de 2011

Este é o processo criativo de criação do logotipo da renomada academia Bola de Ferro, de Araguacema, Tocantins.

A idéia do briefing era mostrar toda a potência da academia em um desenho minimalista e reproduzível em qualquer tipo de mídia/meio.

Primeiro esboço:

Início da vetorização:

Resultado Final: