MadCap — o blog up-2-date mais desatualizado da história — revela, em um post exclusivo, como elas escolhem roupas para festas:

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Mais um álbum da série que coleciona váríos fotogramas aleatórios e sem temas definidos, reunidos em uma balaiada disconexa e elegante. Nessa edição, detalhes de carros antigos, trigais e um pouco de Brasília cotidiana.
A Chapada Imperial é o parque ecológico (leia: cachoeiras, trilhas e animais silvestres) mais seguro e próximo do plano piloto de Brasilia. Organizado — quase que para gringo ver — tem guias e infra-estrutura acima da média da região. O Victor também acompanhou a expedição e lançou fotogramas em seu flickr.


Este é o Mini-circo Plim-Plim, o menor circo do mundo. Tem 4 personagens principais, meio picadeiro com espaço para bons 40 espectadores e ingresso à litro de diesel.
Segunda-feira reparei em uma pequena lona ao lado de um ônibus todo pintado, em plena esplanada. “Coisa estranha, muito pequeno para um circo”, pensei. Fui investigar para ver o que era e voilá! O menor circo do mundo, realmente!

O circo tem uma lona que abriga bem uns quarenta metros quadrados, encostado na lateral de um ônibus-residência onde o picadeiro escora-se como parede. Uma arquibancada para 25 pessoas mais 15 cadeiras completam toda a estrutura. Dentro do ônibus moram 7 pessoas: José Carlos (palhaço Plim-Plim) e sua mulher Lucicleide, suas duas filhas, Welinton (palhaço Trapizomba), Felipe (Caboclo de Lança — folclore do maracatu) e Daniel, o rapaz do maior peão do mundo.







Dia de circo é sempre diferente. Pelo menos quando você consegue acompanhar a rotina e o dia-a-dia dos artistas fora do palco. Um ensaio fotográfico pelo circo Castelli e pelo circo Íncaros, temporariamente apresentando-se juntos.
Quarta feira, 18h. Duas horas antes do único espetáculo do dia. Nada de camarins de espelhos carregados de lâmpadas. Nenhuma cerimônia de preparação e concentração total. Ninguém correndo para cima ou para baixo na eterna falta de tempo mundana.
O que você encontra em um circo às 18h são pessoas tranquilas e alegres. “Que horas vocês começam a se arrumar?” “Ah, o espetáculo é só as oito. Sete e meia a gente começa.”
Sobrou tempo para um passeio por todos os traillers dos artistas. “Mas vocês vão tirar foto para quê” “Apenas por hobby, sem compromisso.” E assim todos se espantavam com nosso projeto despretensioso de fotografia.
Quer saber o que foi mais interessante nessa incursão toda? A timidez que cercou todos que mirávamos as lentes. Artistas no palco, pessoas comuns fora. Palhaço Barriquinha, o anão-inventor que trabalhou com o Palhaço Carequinha e que tem 12 filhos — todos trabalhando ou morando no circo — desconfia. “Mas eu me arrumo aqui na escadinha do trailler…” E ele senta com um espelho retrovisor de carro em uma das mãos, tinta à óleo de bisnaga na outra mão.
Conhecemos malabaristas, trapezistas, contorcionistas, mágicos. Um mundo novo em cada conversa, uma realidade em cada sorriso, a tristeza em cada desabafo.
“Oito horas! vamos lá!” E todo mundo começou um ritual único e pessoal de transformação dos maiores artistas da terra, naquele espaço.
Alguns ensaiam nos bastidores enquanto o locutor dá o ritmo do show. Outros gritavam: “Ei, minha apresentação, depois conversamos!” E lá descambavam picadeiro adentro.
O show acabou, o público foi embora e alguns continuavam no picadeiro, treinando e ensaiando.


Aprendemos algumas coisas básicas nisso tudo: Muita gente não gosta de fotos em preto-e-branco. Outras, não entendem ângulos diferentes do usual. Talvez seja a simplicidade deles, que exija isso da vida, vai saber.




Quarto (Ualah!) álbum da série que coleciona váríos fotogramas aleatórios e sem temas definidos, reunidos em uma balaiada disconexa e elegante.