9 de setembro de 2008
Dá mesma série das “árvores para concurso” aí abaixo. Essa foto foi fabricada no mesmo dia em que eu fui atacado por formigas de correição. O ambiente estava muito escuro e as luzes contrastaram demais. Quando revelei a foto que percebi como esse Ipê era doido das ventas: metade dele estava florido e a outra metade já estava com folhas.

8 de setembro de 2008

O evento cívico da indepêndencia deste ano foi sofrível. O sol estava um primor: sensação térmica de quarenta graus e a umidade do ar praticamente evaporada.
Com desfiles atrasados e uma sensação de economia ou desvio de verba quando se via a desorganização, faltou ânimo até nos felizes militares. A esquadrilha da fumaça fez um apresentação versão “compacta”, faltou fanfarras, o governo do Distrito Federal apresentou uma meia dúzia de escolas xinfrins e a população foi embora bem mais cedo.
Pracinhas da força Expedicioária.
Pracinhas da força Expedicioária.
Banda do Colégio Militar de Brasília.
Maycon, da seleção feminina de Futebol, medalhista de prata na Olimpiada de Beijing 2008.
Carlão, do vôlei masculino.
Detalhe da percussionista do Grupo Franco-brasileiro BATALA.
Capoeirista em performance acrobática.
A tuba da banda do exército.
Oficiais da Marinha do Brasil.
Caças da Força Aérea Brasileira.
Batalhao de Infantaria Blindada, em panning.
Harley-Davidson da PRF.
Panning dos oficiais do BOPE.
Oficiais do Batalhão de Infantaria Blindada.
Esquadrilha da Fumaça.
Esquadrilha da Fumaça.
Esquadrilha da Fumaça.

3 de setembro de 2008
Capturei mais uma foto de um ipê (Tabebuia), desta vez branco, ali na avenida de concreto que liga nada a lugar nenhum, no meio da esplanada.
Esses ipês eram uma tentativa de participar do Concurso Itau BBA de fotografias, mas um dos ítens regulamentares é que eles prezam por fotos sem interferência humana na composição, o que, obviamente, exclui minhas chances.
É essa árveres aí embaixo:

25 de agosto de 2008

Sexta-feira resolvi fazer uma fotografia de um ipê bem florido, na frente do Banco Central aqui em Brasília. É a foto gigante logo aí embaixo. O que eu não esperava era a hostilidade dos habitantes locais.
A câmera ficou em um tripé a 30cm do chão, o que requereu um agachamento momentâneo para ajustes focais e de posicionamento. Apoiei a mão no chão e senti que alguma coisa me espetou. Quando percebi, algumas formigas “ruivinhas” estavam espetadas na minha mão e na lateral da minha calça.
Essas formigas parecem uns cupins, vivem em buracos escondidos e estralam as mandíbulas com freqüência. Até fiquei observando o comportamento delas, são bem engraçadas.
O problema é que elas têm uma saliva neurotóxica de efeito perturbador. A cabeça tem uma trava de segurança na queixada, o que impossibilita a desmordida, conforme o infográfico abaixo:
1- A formiga crava as pincenetas queratinizadas na derme do vivente;
2- o formato cuneiforme da pinça traça um curso natural curvelíneo para o fechamento natural das dentadas, executando um efeito chamado “fechamento do cadeado”;
3- O ponto fraco da formiga é a delicadeza de seu pescoço: qualquer movimento com as pinças presas e zás!, sua cabeça é arrancada do corpo.
A foto acima foi tirada segundos depois das mordidas. Cada monstrinho vermelho da foto media quase 1cm. Conforme o movimento #3 do infográfico acima, a retirada das cabeças decepadas, inoculantes e travadas dá-se por tração. É como arrancar um piercing de um emo. Só puxar e deixar o sangue fluir.
No final das contas, fiquei 2 dias com a mão “formigando”, doída e com delirious-tremen. Mas já sarou.

7 de agosto de 2008
Ontem foi dia de Florida Riders, o encontro semanal de motos no Florida Mall Shopping. Fiz a identidade visual e a publicidade do evento, então tive que dar as caras por lá para fotografar a cria ao vivo.
Toda quarta-feira você pode conferir, lá no estacionamento do shopping, o banner, a logomarca, as motos, os motoqueiros, as motoqueiras… =)
30 de julho de 2008
O bom de ter irmã modelo internacional é que as fotos saem de graça:
