MadCap.com.br é um blog pessoal. Um site onde pensamentos, fotografias, histórias, ilustrações ou qualquer outra coisa sem sentido é postada em uma forma cronológica. Só isso já explica tudo.

Arquivos da categoria ‘fotografia’

Salto do Itiquira

16 de março de 2009

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Os humanos e o poço.
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A vegetação local permanentemente molhada.
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Vista por trás de uma das quedas menores.
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A foto que todo mundo tira do último mirante.
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A vista do topo da queda d’água.
 

O Salto do Itiquira é uma cachoeira de 168 metros de altura que fica em um parque municipal da cidade de Formosa-GO. Lá o turismo é predatório e a natureza foi toda adaptada com caminhos, vias, pontes, banheiros, chafarizes para banhos, estacionamento, restaurante, lanchonete, quiosque com tranqueiras.

O bom de tudo isso é que você chega rapidinho no poço principal onde o salto despenca. Pode ir até de chinelo-de-dedo que não tem problema. É um programa ideal para quando se está com preguiça para uma aventura maior. Bom para criançada, grupos grandes, idosos.

A foto acima é uma panorâmica, tirada do lado direito do salto, onde encana um vento ferrenho. A dificuldade técnica de tirar uma boa foto por lá é interessante, porque o vento que a movimentação da água faz molha todo o equipamento fotográfico em segundos.

Black and tan fantasy overview

5 de março de 2009

Quando o Victor abandonou Mars¹ e voltou para São Paulo, perdi um pouco do meu tino fotográfico. A gente sempre saía em safaris por Brasília e região atrás de peculiaridades e conceitos visuais para fotografar. E quem leva fotografia como um hobby mais sério sabe que tem muita coisa que é constrangedora e complicada. Foto de gente por exemplo.

Então a gente estava no bar do famoso cruzamento da Ipiranga com a São João, já meio tchuco do bom chopp que tem por lá, quando alguém da mesa teve a brilhante idéia: “Bóra tirar foto da Célia no Museu do Ipiranga?”

No outro dia lá estávamos nós, com a Célia maquiada, vestida de não-sei-o-quê-do-passado e com uma asa preta que achamos na loja de fantasias.

Não sei se seguimos a risca a idéia e o conceito visual programado. Mesmo porque não deixaram a gente tirar fotos por lá, uma vez que qualquer câmera um pouquinho maior (ou um rebatedor) já caracteriza que o fotógrafo é profissional. E a pérola: “Nesse chafariz só pode tirar uma foto pra book, porque é monumento tombado.”

Book foi foda.

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¹Mars foi a melhor definição para Brasília que já ouvi: o planeta vermelho.
*”Black and Tan Fantasy” é um jazz de James Newton que aparece no album The Africa Flower de 1985.

São Paulo

3 de março de 2009

You told me wed go to Rio
And you said it so charismatically
I know its me thats the nightmare
So fight fair or have some decency

Sao Paulo | Why am I bringing me down?
Sao Paulo | If I drink any more I will drown
Sao Paulo | Why cant I fight truth decay?
Sao Paulo | My life is just one big cliche

Sao Paulo, música da banda Morcheeba

“Sao Paulo” pede desculpas à cidade que o grupo Morcheeba conheceu e não gostou (But I just act apologetically (…) / Another stain on my passport).

São Paulo é assim: uma metrópolis dinâmica, sem tempo para nada. Prédios clássicos e antigos contrastando com viadutos concréteos sólidos como pano de fundo. Novidades, diferenças, lugares cheirosos e outros nem tanto. Gente feia, gente bonita, gente esquisita, gente diferente.

Pobreza, e muita. Mas que consegue manter uma simbiose tensa com a próle que circula atrasada.

Chove. Alaga. Esquenta e não venta. A noite é dia, se você quiser. As lojas têm o que você precisa. E o que você nem precisa, mas gosta. Os marronzinhos são ariscos. O Playcenter está morrendo. O Tietê ainda fede. A Sé agora tem seguranças. Dom Pedro não tem mais a espada na praça do Museu do Ipiranga.

São Paulo tem Ferrari. Bentley, Maserati, Aston Martin, Porsche. Tem Lada 92 conservado. Moto a dar com o pé. Lasanha com feijoada e o Bar Brahma na esquina da música do Caetano. Espaço para todos. Voz para quem quiser. Criminalidade, presteza e cordialidade. Solidariedade. Chuva ácida e o treme-treme.

Tem o Mojica, tem os estrelinhas da MTV correndo no Ibirapuera. Tem urubu-pescador. Tem a paulista que tem o Asterix que tem 590 tipos diferentes de cervejas do mundo.

Tem quem goste da cidade. Tem quem odeie. E São Paulo não vai com a cara de todo mundo não, meo.

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São Paulo Railway, encravado nos metais da Estação da Luz.
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Estação da Luz.
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Trilhos usados tanto para composições de carga, quanto composições de passageiros.
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Trens chegando em sentidos cruzados, Estação da Luz.
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Antiga bilheteria da Estação da Luz.
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Um velho piano Fritz Dobbert, do projeto Pianos de Rua, na Estação da Luz.
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Detalhe da torre da estação Júlio Prestes.
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Mezzanino do Mercado Municipal.
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Mercado Municipal.
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Mercado Municipal.
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Mercado Municipal.
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Mercado Municipal.
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Chuva torrencial, às 16h. Foto do terceiro andar da Galeria do Rock.
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Panorâmica do centro de São Paulo.
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Panorâmica da nave central da Catedral da Sé.
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Panorâmica da cripta da Catedral da Sé

Black and tan fantasy

2 de março de 2009

museu do ipiranga
Museu do Ipiranga, São Paulo.

Salto dos macacos

20 de janeiro de 2009

Bate-e-volta rápido para o Salto dos Macacos, uma cachoeira complexa situada na serra da Farinha Seca (25°24′6″S 48°54′45″W), do outro lado do conjunto Marumbi. A trilha de acesso tem aproximadamente seis quilômetros, com desnível de quase 300 metros de altura. Não é fácil. Cheia de complicações, falsas entradas, alguns bichos interessantes e muita umidade, o cansaço é estarrecedor.

A cachoeira é linda, mas extremamente perigosa. Composta de um imenso bloco granítico polido de quase 68m, é tombo na certa para qualquer um.

Aliás, ô lugarzinho pra matar gente! Aquelas pedras ensaboadas contabilizam um belo número de mortes nas costas.

O deslocamento total, desde a vila de Porto de Cima até a cachoeira, gera aproximadamente 18km de caminhada.

A foto abaixo tem a Célia no meio do monolito róseo, para ilustrar a dimensão do monstrengo. As seguintes, uma palhinha do que a gente encontra no caminho.

(As fotos estão embaçadas e fora de foco por dois motivos: a umidade no local é aterradora; o sol no local é aterrador. Some tudo isso e você percebe, no meio daquela luminosidade toda de meio-dia que toda-a-água-que-acumula-na-lente-evapora-e-acumula-e-evapora-e-embaça-os-filtros-e-lentes-internas-e-o-paninho-não-consegue-enxugar-o-que-evaporou-e-embaçou-e-a-paciência-esgotou-com-todo-esse-ciclo-interminável-e-vai-assim-mesmo-foda-se-vou-dar-um-mergulho. Isso é tirar foto na mata atlântica.)

Um grilo que acredita em seu mimetismo
Um opilião, conhecido como aranha-cafofo — (Stygophalangiidae Oudemans)
Sponsored by Salomon Easy Trackr
O bicho-pau-fêmea e o bicho-pau-macho fazendo gravetinho. (Ctenomorpha chronus)
A clássica foto da queda d´água do Salto Redondo com o conjunto Marumbi à frente
Este, quem vos fala, no poço que mata gente adoidado.

Fotogramas zero-oito/zero-nove

19 de janeiro de 2009

Um pouco de contexto visual do que foi o perrengue de final de ano. Mais, dia que vem:

Smoke´s squad

20 de outubro de 2008

Fotos do Sábado Aéreo, evento na base aérea de Brasilia, com apresentação da Esquadrilha da Fumaça e vários teco-tecos:

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Scuderia Toro Rosso em Brasília

13 de outubro de 2008

Sábado foi dia de fechar a esplanada para a equipe de automobilismo da RedBull fazer umas macaquices com carros de corrida nas longas e largas avenidas candangas.

A luz, o céu e o grafismo do evento estavam propícios para excelentes fotos.

Agora, tentar capturar um bólido movido à Renault V10 a 263,8km/h é missão impossível para lentes sem função panning e câmeras sem burst de 6fps ;)

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Pneus para derreter na apresentação.
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Detalhe do StockCar da equipe de apresentação.
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Porsche Cayman S da equipe de reconhecimento de pista.
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O carro de Fórmula um da equipe, passando a mais de 260km/h na esplanada.
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O carro de Fórmula um da equipe, passando a mais de 260km/h na esplanada.
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O piloto canadense Robert Wickens faz zerinhos em frente ao Itamaraty.
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O piloto canadense Robert Wickens decola em frente ao Congresso Nacional.
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Seguranças do Congresso correm para acompanhar o F1 na pista.
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O carro de Fórmula 1 patina e derrete os pneus em frente ao público.
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Depois das apresentações o público correu para a pista para levar pedaços de pneu como recordação.

Spyshot do celular

23 de setembro de 2008


Keep walking, criançada!


ÇOLORADO, a sua ajência de alto-movel. (PIV é foda…)

 

 

Spin fire poi

17 de setembro de 2008

Spin Fire POI
POI (ou swing poi) é uma espécie de malabares
que utiliza uma corrente com peso em uma das
pontas e que balançam e giram ao redor do pró-
prio corpo em movimentos controlados.