MadCap.com.br é um blog pessoal. Um site onde pensamentos, fotografias, histórias, ilustrações ou qualquer outra coisa sem sentido é postada em uma forma cronológica. Só isso já explica tudo.

Arquivos da categoria ‘fotografia’

Álbum: Trilha das Bruxas

2 de novembro de 2009

Final de semana rolou a Trilha das Bruxas, promovida pelo Jeep Clube de Brasília. Muitos carros, início às 21h, jantar servido pontualmente às 04h30, acampamento armado até as 05h30. Nascer do sol e só três horas de sono, mas com a alma lavada e muitas fotos.

Melhor que isso, só Faustão com um saco de pipocas de microondas no sofá da sala.

Fotos estouradas, com a câmera do CCD apodrecido e ISO altíssimo para congelar com a lente escura.

Tem um video, com as 682 fotos tiradas em 06h de trilha:

Quando a artilharia era cavalaria

20 de outubro de 2009

Esse aí embaixo é meu avô materno, quando serviu no regimento de artilharia montada. A foto é de 1943, época da estréia das câmeras de médio formato com duas poses por chapa. Apesar da precariedade técnica, a máquina conseguiu congelar o salto.

Cavalaria

A simetria da cigarra

22 de setembro de 2009

Cigarra

O passeio de sábado à tarde

28 de agosto de 2009

Ontem uma turba de tuiteiros chafurdou nas fezes do meu ignóbil passarinho animado do post logo abaixo (carinhosamente apelidado de Tuit). Não entendi o por quê d´eles não gostarem da singela homenagem.

Vai entender.

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Na verdade eles quase arregaçaram o link do MadCap. Para quem não entende muito de internet, este blog comporta-se como uma criaturinha sensível. Se você mudar o ecossitema ou a alimentação primordial, ela morre.

E foi o que quase aconteceu ontem.

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E o pior deste boom todo de visitantes-stalkers-que-se-ofenderam é que todos estão chegando de algum lugar sombrio que não está acusando nas logs de estatísticas.

Muito estranho.

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Fotos, abaixo, de um passeio de final de semana para Pirenópolis, uma cidade distante 130km de Brasilia e apenas uma hora de carro. Mas que a gente fez em 8h por terra…

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O comboio no altiplano.
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Topo do altiplano sentido Olhos d´agua.
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O novo e o clássico.
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Paisagem típica do cerrado.
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A leve poeira que nos rondava.
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A leve poeira que nos rondava.
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A leve poeira que nos rondava.
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A paisagem do cerrado com uma árvore típica, o céu mais do que azul e muita seca.
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Em qualquer lugar MESMO.
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O sorriso do menino quando ganhou um saquinho de balas.
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O comboio reagrupando.
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O comboio reagrupando.
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O comboio reagrupando.
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Os últimos raios de sol no contrafluxo.
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Um dos inúmeros riachos com travessia na região da serra dos Pireneus.
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Os últimos raios de sol no contrafluxo.
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Os últimos raios de sol no contrafluxo.
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Um antigo Chevrolet carregando pedras de Pirenópolis.
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Um antigo Chevrolet carregando pedras de Pirenópolis.
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Bonecas de barro esperam alguma coisa, na janela.
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Uma senhorinha de menos de 1,20m nas ruas de Pirenópolis.
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Um dos milhares de pequenos lagartos que acreditam em seu mimetismo.
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A cowgirl pousando de diva no meio de uma pedra no meio de um rio cristalino e de fundo areioso no meio da serra.
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A performance da sanfona do Zé.

Quando a fotografia me botinou a retaguarda

4 de agosto de 2009

A fotografia me abandonou. Deixou algumas recomendações e conselhos vagos em um bilhete escrito em papel amassado de um maço de cigarros. Registro aqui meu desagrado e repulsa pelo gesto infantil de tal criatura biltre.

Dos conselhos e recomendações, algumas verdades são incontestáveis e pruridas, mas que cabem como uma luva na cartilha “Mamãe quero ser fotógrafo”. Um deles — e talvez o mais importante — é a qualidade técnica de uma composição fotográfica. Não tem como fazer uma fotografia perfeita com equipamento medíocre. Não dá para improvisar. Quem nasceu Tecpix nunca será Leica.

O lado prático disso tudo é lógico e simples: quando uma lente mediana “quase profissional” custa mais do que a melhor máquina amadora no mercado, não há escusa de consciência que consiga moral para fotografar em um patamar ideal.

Então ficamos assim: não vou vender minha máquina fotográfica; não vou comprar uma tralha nova por um bom tempo; tirarei fotos simples, mas com apelo emocional evidente; não espere melhoria na qualidade técnica das composições nem novidades editoriais.

O mundo é cruel, eu sei. Mas cada um se vira como pode.

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Algumas fotografias da semana passada, envolvendo Curitiba e outras comarcas sulistas próximas:

Aranha albina dona do mocó no copo-de-leite
Antiga lata de cerveja Sapporo
Miccio, o gato carnívoro, depois de rebolar um cordeiro.
Celia executando a técnica italiana da "umbrellatta" na mini-cerejeira.
A esquina mais oriental da praça do Japão.
A garota do sobretudo beige
O banco de madeira mais ocidental da praça do Japão.

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E que venham os paraguaios.

Quase uma HDR, por assim dizer

21 de julho de 2009

Troller T4

Harley Davidson

25 de junho de 2009

Teste da nova lente ultra-clara prime f:1.4 adquirida dias atrás:

Harley DavidsonBrincadeira: é a velha e amadora FinePix que ninguém quer comprar.

Vão do Moleque

16 de junho de 2009

O Vão do Moleque é a comunidade quilombola kalunga de acesso mais difícil e complicado da região da Chapada dos Veadeiros e Cavalcante. Em uma grande depressão com 300m acima do nível do mar, a região é cercada por paredões de chapadas que alcançam mais de 1300m de altura, rios belíssimos de água transparente e uma exuberância de flora e fauna intocáveis.

Este feriado foi dia de conhecer a região, em uma expedição organizada pelo Jeep Clube de Brasília, com a participação de 30 veículos 4×4.

O primeiro impacto foi saber que uma mineradora de Manganês alargou e meteu pontes na estrada que circula o parque. Alem de transformar toda a marginal do trajeto em um imenso monocromático marrom, acabou com a magia de transpor riachos de águas transparentes com o carro.

Já no acampamento, outra frustração: o governo gastou um belo dinheiro para fazer, no meio do nada, uma extensa pista de pouso para “ajudar a população kalunga”. Na época da reeleição, pousou ali aviões com medicamentos, médicos, dentistas, suprimentos, alimentos básicos. Hoje, a pista serve apenas como parte da antiga estrada que ali passava.

Muitas fotos, como sempre:

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O comboio reunido.
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Estrada de terra para o Vão do Moleque
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Estrada de terra para o Vão do Moleque
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Estrada de terra para o Vão do Moleque
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Detalhe do pneu de um dos carros
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Uma das paradas do comboio antes da descida da serra
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Pegada no talco.
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Flores de beira de estrada, que duram menos de um dia coloridas e depois ficam cobertas com a poeira-talco que os carros levantam.
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Reagrupamento do comboio.
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Mata-burro.
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Paisagem do alto da chapada.
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Uma das minúsculas flores que aparecem nesta época do ano.
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Um arbusto típico da região, conhecido como chuverinho
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Uma das minúsculas flores que aparecem nesta época do ano.
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Vista do início da descida da serra sentido Vão do Moleque.
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Uma camionete antiga cruza o comboio com várias crianças na caçamba.
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Entardecer na estrada, contornando a descida.
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Raios de sol rasgam a poeira levantada pelos veículos.
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Uma das poucas retas da descida, com o vão ao fundo.
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Último reagrupamento do comboio antes de anoitecer.
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Últimos raios de sol durante uma travessia do MMCC – MitsubixoMadCapCar
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comboio esperando a travessia noturna de um dos muitos rios que cruzam a estrada.
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Parede riscada à pedra de talco.
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Mantimentos e material escolar doados pelo JCB à escola local.
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Mantimentos e material escolar doados pelo JCB à escola local
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Dois filhotes subnutridos que circulam as redondezas da escola.
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Detalhe da construção típica kalunga, com folhas de buriti como telhado e paredes de adobe.
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fogão à lenha.
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Detalhe do desenvolvimento das espigas de milho no solo árido da região.
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Uma das cadeiras da sala de aula
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Povo do JCB conversando com um casal Kalunga
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O catolicismo fervoroso faz parte das crenças kalungas.
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Parte do comboio junto à camionete antiga dos kalungas
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Um garfo com os dentes entortados, pregado na parede.
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Três sacas de arroz, safra de subsistência para consumo até o final do ano.
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Pessoal do JCB tomando um café na cozinha de uma casa kalunga.
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Parte do comboio original em frente à escola da comunidade Kalunga
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A exuberância da natureza no trajeto de volta.
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A estrada tem algum tipo de sinalização, como esta placa.
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Toyouta Bandeirante chegando no Mirante Nova Aurora
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Jeep Cherokee chegando no mirante Nova Aurora
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André e Fabi “mirando” no mirante Nova Aurora.
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Mercearia de Portugal, um secos e molhados na saída de São João D´Aliança
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O carro, feliz da vida que foi brincar na caixa de areia =)
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Panorâmica do mirante Nova Aurora, ponto de salto de vôo livre.

E um vídeo onboard do MMCC, o carro com a trilha sonora original mais descolada da carretera: