MadCap.com.br é um blog pessoal. Um site onde pensamentos, fotografias, histórias, ilustrações ou qualquer outra coisa sem sentido é postada em uma forma cronológica. Só isso já explica tudo.

Arquivos da categoria ‘fotografia’

A simetria da cigarra

22 de setembro de 2009

Cigarra

O passeio de sábado à tarde

28 de agosto de 2009

Ontem uma turba de tuiteiros chafurdou nas fezes do meu ignóbil passarinho animado do post logo abaixo (carinhosamente apelidado de Tuit). Não entendi o por quê d´eles não gostarem da singela homenagem.

Vai entender.

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Na verdade eles quase arregaçaram o link do MadCap. Para quem não entende muito de internet, este blog comporta-se como uma criaturinha sensível. Se você mudar o ecossitema ou a alimentação primordial, ela morre.

E foi o que quase aconteceu ontem.

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E o pior deste boom todo de visitantes-stalkers-que-se-ofenderam é que todos estão chegando de algum lugar sombrio que não está acusando nas logs de estatísticas.

Muito estranho.

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Fotos, abaixo, de um passeio de final de semana para Pirenópolis, uma cidade distante 130km de Brasilia e apenas uma hora de carro. Mas que a gente fez em 8h por terra…

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O comboio no altiplano.
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Topo do altiplano sentido Olhos d´agua.
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O novo e o clássico.
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Paisagem típica do cerrado.
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A leve poeira que nos rondava.
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A leve poeira que nos rondava.
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A leve poeira que nos rondava.
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A paisagem do cerrado com uma árvore típica, o céu mais do que azul e muita seca.
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Em qualquer lugar MESMO.
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O sorriso do menino quando ganhou um saquinho de balas.
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O comboio reagrupando.
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O comboio reagrupando.
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O comboio reagrupando.
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Os últimos raios de sol no contrafluxo.
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Um dos inúmeros riachos com travessia na região da serra dos Pireneus.
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Os últimos raios de sol no contrafluxo.
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Os últimos raios de sol no contrafluxo.
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Um antigo Chevrolet carregando pedras de Pirenópolis.
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Um antigo Chevrolet carregando pedras de Pirenópolis.
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Bonecas de barro esperam alguma coisa, na janela.
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Uma senhorinha de menos de 1,20m nas ruas de Pirenópolis.
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Um dos milhares de pequenos lagartos que acreditam em seu mimetismo.
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A cowgirl pousando de diva no meio de uma pedra no meio de um rio cristalino e de fundo areioso no meio da serra.
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A performance da sanfona do Zé.

Quando a fotografia me botinou a retaguarda

4 de agosto de 2009

A fotografia me abandonou. Deixou algumas recomendações e conselhos vagos em um bilhete escrito em papel amassado de um maço de cigarros. Registro aqui meu desagrado e repulsa pelo gesto infantil de tal criatura biltre.

Dos conselhos e recomendações, algumas verdades são incontestáveis e pruridas, mas que cabem como uma luva na cartilha “Mamãe quero ser fotógrafo”. Um deles — e talvez o mais importante — é a qualidade técnica de uma composição fotográfica. Não tem como fazer uma fotografia perfeita com equipamento medíocre. Não dá para improvisar. Quem nasceu Tecpix nunca será Leica.

O lado prático disso tudo é lógico e simples: quando uma lente mediana “quase profissional” custa mais do que a melhor máquina amadora no mercado, não há escusa de consciência que consiga moral para fotografar em um patamar ideal.

Então ficamos assim: não vou vender minha máquina fotográfica; não vou comprar uma tralha nova por um bom tempo; tirarei fotos simples, mas com apelo emocional evidente; não espere melhoria na qualidade técnica das composições nem novidades editoriais.

O mundo é cruel, eu sei. Mas cada um se vira como pode.

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Algumas fotografias da semana passada, envolvendo Curitiba e outras comarcas sulistas próximas:

Aranha albina dona do mocó no copo-de-leite
Antiga lata de cerveja Sapporo
Miccio, o gato carnívoro, depois de rebolar um cordeiro.
Celia executando a técnica italiana da "umbrellatta" na mini-cerejeira.
A esquina mais oriental da praça do Japão.
A garota do sobretudo beige
O banco de madeira mais ocidental da praça do Japão.

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E que venham os paraguaios.

Quase uma HDR, por assim dizer

21 de julho de 2009

Troller T4

Harley Davidson

25 de junho de 2009

Teste da nova lente ultra-clara prime f:1.4 adquirida dias atrás:

Harley DavidsonBrincadeira: é a velha e amadora FinePix que ninguém quer comprar.

Vão do Moleque

16 de junho de 2009

O Vão do Moleque é a comunidade quilombola kalunga de acesso mais difícil e complicado da região da Chapada dos Veadeiros e Cavalcante. Em uma grande depressão com 300m acima do nível do mar, a região é cercada por paredões de chapadas que alcançam mais de 1300m de altura, rios belíssimos de água transparente e uma exuberância de flora e fauna intocáveis.

Este feriado foi dia de conhecer a região, em uma expedição organizada pelo Jeep Clube de Brasília, com a participação de 30 veículos 4×4.

O primeiro impacto foi saber que uma mineradora de Manganês alargou e meteu pontes na estrada que circula o parque. Alem de transformar toda a marginal do trajeto em um imenso monocromático marrom, acabou com a magia de transpor riachos de águas transparentes com o carro.

Já no acampamento, outra frustração: o governo gastou um belo dinheiro para fazer, no meio do nada, uma extensa pista de pouso para “ajudar a população kalunga”. Na época da reeleição, pousou ali aviões com medicamentos, médicos, dentistas, suprimentos, alimentos básicos. Hoje, a pista serve apenas como parte da antiga estrada que ali passava.

Muitas fotos, como sempre:

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O comboio reunido.
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Estrada de terra para o Vão do Moleque
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Estrada de terra para o Vão do Moleque
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Estrada de terra para o Vão do Moleque
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Detalhe do pneu de um dos carros
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Uma das paradas do comboio antes da descida da serra
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Pegada no talco.
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Flores de beira de estrada, que duram menos de um dia coloridas e depois ficam cobertas com a poeira-talco que os carros levantam.
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Reagrupamento do comboio.
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Mata-burro.
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Paisagem do alto da chapada.
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Uma das minúsculas flores que aparecem nesta época do ano.
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Um arbusto típico da região, conhecido como chuverinho
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Uma das minúsculas flores que aparecem nesta época do ano.
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Vista do início da descida da serra sentido Vão do Moleque.
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Uma camionete antiga cruza o comboio com várias crianças na caçamba.
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Entardecer na estrada, contornando a descida.
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Raios de sol rasgam a poeira levantada pelos veículos.
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Uma das poucas retas da descida, com o vão ao fundo.
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Último reagrupamento do comboio antes de anoitecer.
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Últimos raios de sol durante uma travessia do MMCC – MitsubixoMadCapCar
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comboio esperando a travessia noturna de um dos muitos rios que cruzam a estrada.
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Parede riscada à pedra de talco.
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Mantimentos e material escolar doados pelo JCB à escola local.
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Mantimentos e material escolar doados pelo JCB à escola local
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Dois filhotes subnutridos que circulam as redondezas da escola.
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Detalhe da construção típica kalunga, com folhas de buriti como telhado e paredes de adobe.
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fogão à lenha.
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Detalhe do desenvolvimento das espigas de milho no solo árido da região.
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Uma das cadeiras da sala de aula
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Povo do JCB conversando com um casal Kalunga
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O catolicismo fervoroso faz parte das crenças kalungas.
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Parte do comboio junto à camionete antiga dos kalungas
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Um garfo com os dentes entortados, pregado na parede.
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Três sacas de arroz, safra de subsistência para consumo até o final do ano.
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Pessoal do JCB tomando um café na cozinha de uma casa kalunga.
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Parte do comboio original em frente à escola da comunidade Kalunga
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A exuberância da natureza no trajeto de volta.
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A estrada tem algum tipo de sinalização, como esta placa.
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Toyouta Bandeirante chegando no Mirante Nova Aurora
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Jeep Cherokee chegando no mirante Nova Aurora
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André e Fabi “mirando” no mirante Nova Aurora.
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Mercearia de Portugal, um secos e molhados na saída de São João D´Aliança
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O carro, feliz da vida que foi brincar na caixa de areia =)
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Panorâmica do mirante Nova Aurora, ponto de salto de vôo livre.

E um vídeo onboard do MMCC, o carro com a trilha sonora original mais descolada da carretera:

Dog Fish Eye

3 de junho de 2009

Era uma foto perdida: as cores estavam estranhas, sem foco na cabeça e com uma tentativa de crop sem sucesso.

Ficou 4 anos esquecida no arquivo morto de um cd de becape fotográfico, na pasta \rever\.

Até que eu apliquei 10cc de Fotoxopina intravenosa  na foto e voilá!

Dog´s Fish Eye

II Mostra Zezito de Circo

22 de maio de 2009

Os Makakósmicos, Apresentação da II Mostra Zezito de Circo, em uma cama elástica, atrás do teatro Plínio Marcos:

os makakósmicos

Foto lenta, 1/10, sem suporte, tripé, à noite e longe do objecto.

Notas mentais

6 de maio de 2009

Pedro Martinelli postou um texto rápido falando de “fotografar ou não fotografar” arco-íris. Ontem as condições climáticas desta Brasília tempestuosa ficaram propícias para um intenso começo de arco-iris no lusco-fusco do final de tarde. Estava sem câmera, sem celular, sem latinha alguma para montar uma pinhole e o sol acabaria trás dos montes em menos de 1 minuto.

Saquei o N95 da vizinhança de mesa e voilá. Deu no que deu a foto abaixo:

Arco-íris na esplanada dos ministérios - Brasilia DF

Como dizem os fotógrafos do O Globo: Celular não presta para fotografia.

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Não entendo como as pessoas conseguem pobretizar e acabar com a magia do cinema ao assistir filmes gravados precariamente com filmadoras em cinema e reproduzidos em porcos monitores de 15 polegadas, com um fone de ouvido pregado na orelha.

É covardia.

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Eu queria fazer um vampiro emo que não gosta de sangue. Ai descobri que isso é um clichê tão batido e difundido que praticamente 1 a cada 5 vampiros são emo.

Então montei um vegan. Mas, a cada 10 destes afetados, 6 são frutinhas.

Então esse vampiro que vá tomar no cu:

Veiga, o vampiro vegan pride.

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Aliás, esse blog tá foda. Tem muita ilustração e foto. Texto que é bom, esquecidos constantemente em algum canto da minha cabeça, sem chances de recuperar algum dia.

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Modo Tuíta ligado: O cão labrador Rico entende NÃO como MÃO. Já viu né.

Por falar em twitter: sabia que eu sou associado ao Twitter? Pois então, up-to-date que sou, lá tenho um terreninho. Que jamais usarei, fique claro.

Feriado de tirar os dentes, Há!

22 de abril de 2009

Final de semana bate-e-volta para a Chapada dos Veadeiros, região inóspita, mística e cheia de cabeludo rastareaggae louco da bola.

Bom, foi a vez de estrear a Lafuma vermelhona em acampamento selvagem e visitar algumas cachoeiras mais complicadas de chegar.

Lafuma tent

Cachoeira do Macaquinho e Catarata dos Couros no itinerário. Projeto completado com sucesso. Fotos, logo abaixo. Como sempre. Dois vídeos simples, você pode acessar no meu canal do YouTube aqui e aqui.

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A ponte meio que caiu, meio que ficou… E a gente meio que voltou.
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O Vitara do Ricardo atravessando uma região inóspita da trilha.
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Chuveirinhos recém floridos.
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As duas ambulâncias, de frente para um vale gigatesco, verdulento e imponente.
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Uma flor de verdade que parece de mentira e um pulgãozinho.
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Mais uma daquelas aranhas que acreditam no seu mimetismo.
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Celia, Ricardo, Larissa, cachoeira do macaquinho zureta ao lado, em baixa velocidade.
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Uma lagarta que não tá nem aí para seu mimetismo. Deve ter razões óbvias para tal.
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Todo o orvalho de uma noite úmida no cerrado.
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No meio da subida de um dos platôs em direção à Catarata dos Couros
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Flores do cerrado caídas na areia das margens do rio.
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Uma borboleta ruiva.
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A libélula azul.
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Um pouco de desimgripante para rodas.
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Um pouco de desimgripante para rodas.
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Uma paisagem típica do cerrado.
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A bela estrada pavimentada e bem cuidada.
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Uma siriema correndo na frente do carro.
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Panorâmica da cachoeira da Caverna.
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Panorâmica da fenda da trilha.
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Panorâmica da Catarata dos Couros.
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Panorâmica da Catarata dos Couros.