MadCap.com.br é um blog pessoal. Um site onde pensamentos, fotografias, histórias, ilustrações ou qualquer outra coisa sem sentido é postada em uma forma cronológica. Só isso já explica tudo.

Arquivos da categoria ‘fotografia’

E la nave va.

27 de agosto de 2010

Essa é a quinta vez que uma foto minha é publicada em uma revista. E eu ainda náo tenho uma máquina fotográfica que preste. A ironia é uma bela dama que caminha de mãos dadas com o destino.

Foto publicada na revista Digital Photographer Brasil (ano 1, edição 3, pág 22).

Aliás, Tá aí uma excelente revista de fotografia. A primeira, em português, que realmente vale os centavos investidos. Eu tinha medo de que fosse mais uma daquelas fajutisses parecidas com as Ed. Europa ou independentes sem culhões, mas o editorial desta revista é assimada pelo Mario AV. Só isso.

Em algum lugar alto da serra.

4 de julho de 2010

Célia e Freddy

Natal Kickn’

11 de junho de 2010

Passeada rápida por Natal, no principado potiguar. Milhares de fotos impublicáveis, mas fica esse sneakpeak para deleite (legendas nos hints das imagens):

Dunas de Genipabu.Jangadeiro em Maxaranguape.Barra do Rio Maxaranguape.Farol nos parrachos de MaracajaúDunas de MuriúPraia de Muriú.Jangadas na Praia de Zumbi.Um violeiro na praia de Zumbi.Farol de Touros.Pôr-do-sol em São Miguel do Gostoso

Copa Peugeot – Etapa Brasília

28 de abril de 2010

enviar

Algumas fotos da etapa Peugeot de rally de velocidade – Etapa Brasilia 2010. Eu e o André fomos dar um apoio moral e participar da minguada torcida. Na verdade a gente foi lá para ver o oco, mas nada de grave aconteceu.

Mais fotogenia:

Arquibancada

28 de abril de 2010

arquibancada

A foto foi acidental. Era para ter foco na moto, mas sei lá o que aconteceu. Tirada com um filme preto e branco Ilford Delta400, em uma Canon AE-1 mecânica e lente 50mm 1.4.

O resultado ficou legal pelo fato de eu não ter nem idéia de que aqueles dois viventes estavam ali, empoleirados. A granulação é original da película.

A asa e a borboleta

27 de abril de 2010

borboleta-JK

Isso aí é uma fotografia. Sem alterações nem tratamentos. É o vitral que fica em cima do esquife d´O Fundador, JK, no memorial homônimo. O vitral tem toda essa fluidez, parece uma asa de borboleta gigante.

É isso.

Aliás, essa foto não existe mais. Eu baixei ela em um HD portãtil que bateu as botas e estragou.

O bad block de hoje é o filme queimado de outrora. Isso é.

Filme 135-35mm

20 de abril de 2010

Essas duas fotos que ilustram este post foram tiradas com uma máquina fotográfica mecânica, de filme, totalmente manual. Do rolo de 24 poses, perdi 3 para tentar ajustar o filme na câmera, 2 por problemas de fotometria e diafragma e uma por problema de focagem no escuro. As que sobraram foram apenas testes técnicos, sem importãncia documental.

Fotografar por filmes é apenas um hobby. É como colecionar discos de vinil: não é prático, não é fácil. Mas tem quem goste e isso não é forma alguma de status ou não significa que você é melhor. É apenas outra forma de fazer a mesma coisa.

O vinil foi substituido pelo compact disc em apenas 4 anos. A praticidade de não ter que virar um disco ou procurar uma faixa com a agulha por si só já o matou. Tem gente que ainda defende os antigos LP´s, pela qualidade, curvas harmônicas sonoras analógicas e pela forma “quente” que a agulha exerce ao entrar em contato.

A mesma coisa é a fotografia. Quer coisa mais complicada para um cidadão comum do que comprar um filme, ter que escolher o número de poses, o ISO e a marca, ajustar o filme, ajustar a máquina, tirar apenas 36 fotos no máximo e ainda ter que pagar e esperar para revelar (e ver que no final das contas as fotos saíram ridiculas e meio borradas)?

A fotografia digital é linda, perfeita, irretocável e imediatista. Errou? Apaga e bate outra. Está escuro? o ISO automático resolve. Autofocus para não borrar, identificação de rostos, sorrisos e até do nome da pessoa. Prioridade de foco nisso.

Não tem mais mistério, com a digital. Filme, só serve para quem gosta da velharia, do barulho do obturador batendo no espelho, do réco da alavanca manual de avanço de filme, da fotometria e dos ajustes de velocidade e abertura de diafragma, do cálculo de ponto quando quer puxar e granular uma foto.

É legalzinho apenas para quem curte. E nem por isso consegue ser melhor ou pior.

É apenas diferente.

divisor

fotos

A foto dos galhos foi um teste: 50mm f:1.4 1/500s com um filme Kodak ProImage. Ultimos raios de sol. A segunda foto, é de uma placa aqui de Brasília que foi atropelada por um carro e ficou apenas o suporte dela. Algum genioso conseguiu reavivá-la de forma descomprometida e original. 50mm f:1.4 1s na mão. Borrou porque estava escuro e sem apoio.

A ausência aqui é justificada…

29 de março de 2010

… lá fora está mais interessante:

Osso-veio-4x4-offroad-group

Mas a internet ainda tem o atrativismo venal. Logo, logo, novidades.