MadCap.com.br é um blog pessoal. Um site onde pensamentos, fotografias, histórias, ilustrações ou qualquer outra coisa sem sentido é postada em uma forma cronológica. Só isso já explica tudo.

Arquivos da categoria ‘cotidiano’

Notícias do Front

21 de julho de 2009

Foi um final de semana inesquecível, este agora. Primeiro porque conheci gente diferente e isso por si só já é um diferencial enorme. Ainda mais eu, que tenho tendências severas de sociopatia. E também porque fomos fazer uma trilha técnica nas cercanias de Brasília. Paisagens, circustâncias e a receptividade surpreendente. Éramos para voltar no entardecer, chegamos em casa duas da madrugada. Problemas técnicos e uma canseira incrível. Mas uma felicidade sem igual.

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via engenharia

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Um segredo que pulula a mente dos grandes escritores: eles sabem quando é a hora de parar. Pena que blogueiros e escribas medíocres não tenham esse discernimento. Publicam toneladas de lixo inútil quando poderiam estar por aí a ganhar alguns trocados com o bestunto que ainda lhos resta. Incluam-me nesta segunda leva, por obséquio.

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Cansei e é hora de ir para casa. Voltarei para minha cidade natal, semana que vem. Um passeio, lógico. Sou um expátrida que não sabe mais o sentido empírico e figurado de um lar, doce lar.

Terrinha natal vá lá. Aliás, Terra natal toda a gente precisa de ter. Nem que seja apenas pelo prazer de um dia a poder deixar. E voltar, anos depois, para ver o que aconteceu.

Faça isso sempre que puder. É fascinante. A tendência é tudo ficar diminuto com o tempo. Você cresce e o mundo definha. Fascinante não, cruel. Essa é a palavra. Ou um fascínio perverso, de ver o que parou se conservar íntegro e garboso, enquanto você — trotamundos inútil — apodreceu multiculturado.

Tuitando e andando.

7 de julho de 2009

Perdi a sensibilidade do quarto superior externo do dedo indicador da mão direita ao carregar mais peso que deveria. Mas tá voltando. Fiz muitos amigos em três meses o que é um recorde histórico na minha vida. Começo a ficar de saco cheio. De novo. E isso é bad, bad thing. Quiçá novos ares? (Censor, avalie se posso publicar isso sem retaliação). Já programado no Orçamento Geral da União Pessoal: Jalapão, Chapada Diamantina, Rota do Ouro e Diamante (Estrada Real), San Pedro de Atacama, Lençóis Maranhenses, Jeri, serras gaúcha e catarinense. Tudo de carro, ok? Não esquecer: fabricar álbum impresso anual de fotogramas madcapianos; fabricar álbum ‘Dia de Circo’. Juntar dinheiro para comprar uma câmera que preste. Acho que trinquei uns ossos da mão. Não deixa de ser ‘calejamento’. A dor é psicológica. Final do mês bora prá Curitiba. Imitar é evoluir. O bom (mesmo) de Brasília é o que fica ao redor. Preciso de uns R$500.000,00 para comprar um apartamento mediano e usado no plano. Tchau.

Divergência divertida

22 de junho de 2009

Não sei o que causou maior dúvida: o preço alto do limone ou a divergência especulativa do “cesiliano” de cima ser 10 centavos mais caro que o “seciliano” lá de baixo.

Foto de um iPhone. Apesar da lentícula medíocre, de vez em quando saca belos retratos.

Limão da Sicilia.

Mitsubishi Motorsports 2009

22 de junho de 2009

Há um mês atrás tive que tomar uma séria decisão na minha vida: participaria da terceira etapa do MMS “Sudeste” aqui em Brasília como competidor ou como apoio?

A dúvida era grande por algumas razões elementares: a estrutura e o marketing que corre 24h durante todo o evento é viciante. Não conheço outro rally monomarca no Brasil que tenha tamanha organização e seriedade como o que vi sábado passado.

Optei por “competir”.  A inscrição era irrisória e todo o protocolo formalizado sem delongas. Eu como “piloto” e a Célia como “navegadora”. Sexta à noite assistimos uma aula de navegação com nada menos que Lourival Roldan, diretor de prova, o homem que participou quatro vezes do Dakar, dez vezes do Sertões, navegou para o Spinelli, Vívolo, Kolberg, Hoffman.

Largamos com uma planilha na mão, uma calculadora, um gps e um cronômetro. Não nos perdemos, atrasamos pouco, matamos tempo perdido em neutros, quase atropelamos uma cobra, uma perdiz e um competidor na contra-mão e finalizamos na 55º posição de 181 participantes, onde mais de 20 carros não completaram a prova.

Para quem nunca participou, valeu o esforço!

Em agosto tem mais uma etapa em Curitiba. Se você mora na região e tem um carro com os três diamantes na grade dianteira do carro, não perca.

Vale cada segundo perdido nos “PCs”.

Esperando a saída

O brucutu saiu doidão no adesivo do patrocínio ;)

Lourival Roldan, Diretor de Prova, na largada.

Neutro no meio da prova

Parte da prova

Primeiro neutro

E-mail marketing: a bomba.

7 de maio de 2009

Trabalho com internet há 11 anos. Tenho formação e experiência em publicidade e marketing. E isso é tempo suficiente para te explicar o por quê de parar de insistir nesta bomba chamada “e-mail marketing”.

Vamos por postulados e teoremas, que assim é muito mais fácil compreender como funciona o mercado da internet, o usuário final, as caixas de e-mail e webmails e a diferença entre e-mail marketing e spam.

Todo e-mail não solicitado é um spam.
Caso o usuário não tenha feito um cadastro em seu site, clicado no caixote “Quero receber novidades por e-mail” e aceitado o termo de responsabilidade e sigilo de dados, toda a correspondência que você mandar para ele será considerado spam. E ponto.

Todo spam é lixo.
E é por isso que toda caixa de mensagem de qualquer webmail tem um icone chamado lixeira. Não é arquivo morto, Não é  becape. É LIXO.

Atratividade.
Existe uma diferença gigantesca entre a TV de plasma com desconto de R$1599 que uma megastore virtual anuncia para seus milhares de clientes cadastrados e o seu “suco de clorofila” de procedência duvidosa. Começa pela credibilidade do primeiro item desta lista e termina pela qualidade gráfica empregada no e-mail. Megastores virtuais preocupam-se com a qualidade editorial da correspondência. E isso não é igual ao seu e-mail cheio de texto colorido e a foto de uma mulher de plástico de Photoshop que você insiste em usar.

O usuário não está nem aí para mensagens publicitárias no e-mail, por alguns motivos óbvios:

  1. Com o passar dos anos, a internet ficou tão infestada de banners e spams, que o usuário já criou um filtro biológico e natural que ignora tudo o que ele não está procurando. e isso é comprovado;
  2. Usuários de webmail (que são a maioria esmagadora dos usuários de e-mail) não querem saber de suco de clorofila ou de perder peso, aumentar pênis, ter ereções do tipo rocha. Querem apenas saber quem o adicionou na rede social ou então ver as fotos que alguém mandou de algum lugar para o qual viajou. E é só.

Leis e faz-me-rir.
Não adianta mandar spam para aquela lista de 8 milhões de emails seccionados por categoria (brinde +1 CD-ROM) que você comprou em algum site malandro, alegando que  “não pode ser considerada spam porque tem um botão remover” no final. Se você está supondo que seu pretenso consumidor é otário, pense bem como ele verá seu produto.

Se você não quer gastar dinheiro, você não obterá sucesso algum na internet.
Alcançar o máximo de consumidores potenciais para seu produto requer planejamento de marketing e profissionalismo. Atigir 9 pessoas em 10 milhões é pouco. 0,00001% é disparado o pior retorno publicitário que uma campanha pode alcançar. Até jornalzinho de bairro ou catálogo telefônico fajuto tem mais retorno.

A internet é de graça.
Mas não gera credibilidade. Não ache que descobriu o ovo de Colombo, mesmo porque spams existem antes de você ter ouvido falar em internet pela primeira vez. Só porque você enviou milhões de e-mails não solicitados em uma única noite, não significa que não houve gastos. Um e-mail mal feito com um tamanho de 100kb disparado para um milhão de contas gera quase 100 gigabytes de tráfego instantâneo. O transtorno dessa bomba em uma rede pequena ou média é catastrófica: atrasa em quase duas horas o tempo de resposta de servidores, sobrecarrega caixas de mensagens corporativas e faz com que todo mundo tenha ódio mortal do seu anúncio de “Seminário sobre liderança para líderes”

Todos terão e-mails para sempre.
Por culpa desta esperteza toda de “empresários” que acham que vão enriquecer com e-mails não solicitados, milhares de usuários estão abandonando pregressivamente o uso do e-mail pessoal. Estão migrando para comunicadores instantâneos, redes sociais, micro-blogs, blogs. Cansaram dos spams. Usam e-mail apenas para cadastros em sites. E se você pudesse mensurar como um e-mail não solicitado é odiável, jamais arriscaria a reputação do que quer que você anuncie ali.

Não acredite em opt-in.
Ninguém consente por livre e expontânea vontade que quer receber e-mail marketing de qualquer coisa por qualquer motivo.

Não existe normas, condutas ou boa-prática com e-mail não solicitado.
Spam é spam. Não há lei que proteja e-mail marketing. Não seja otário: colocar textos como “Esse e-mail não pode ser considerado spam se houver uma forma de você ser removido” é um tiro no pé. Pelo simples fato da palavra SPAM estar no seu e-mail, a chance é alta de seu material parar na lixeira. Bayes, X-Spam-Checker, CRM114, SpamAssassin e Bogofilter que o digam.

E, mesmo assim, depois de toda essa argumentação franca e real, você ainda decidir arriscar a reputação da sua empresa/produto com spam, boa sorte. Você vai precisar.

Notas mentais

6 de maio de 2009

Pedro Martinelli postou um texto rápido falando de “fotografar ou não fotografar” arco-íris. Ontem as condições climáticas desta Brasília tempestuosa ficaram propícias para um intenso começo de arco-iris no lusco-fusco do final de tarde. Estava sem câmera, sem celular, sem latinha alguma para montar uma pinhole e o sol acabaria trás dos montes em menos de 1 minuto.

Saquei o N95 da vizinhança de mesa e voilá. Deu no que deu a foto abaixo:

Arco-íris na esplanada dos ministérios - Brasilia DF

Como dizem os fotógrafos do O Globo: Celular não presta para fotografia.

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Não entendo como as pessoas conseguem pobretizar e acabar com a magia do cinema ao assistir filmes gravados precariamente com filmadoras em cinema e reproduzidos em porcos monitores de 15 polegadas, com um fone de ouvido pregado na orelha.

É covardia.

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Eu queria fazer um vampiro emo que não gosta de sangue. Ai descobri que isso é um clichê tão batido e difundido que praticamente 1 a cada 5 vampiros são emo.

Então montei um vegan. Mas, a cada 10 destes afetados, 6 são frutinhas.

Então esse vampiro que vá tomar no cu:

Veiga, o vampiro vegan pride.

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Aliás, esse blog tá foda. Tem muita ilustração e foto. Texto que é bom, esquecidos constantemente em algum canto da minha cabeça, sem chances de recuperar algum dia.

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Modo Tuíta ligado: O cão labrador Rico entende NÃO como MÃO. Já viu né.

Por falar em twitter: sabia que eu sou associado ao Twitter? Pois então, up-to-date que sou, lá tenho um terreninho. Que jamais usarei, fique claro.

It is like this forever*

7 de abril de 2009

*Qualquer coisa que te enfie na rotina.  Para sempre. E de F-100 à botija de gás.

Welcome to the foreign country, pilgrim.

6 de abril de 2009

Tapão no portafolhas e resumé. Just a brand new and in english wohah! Vacanças não me faltarão.

Como um trem que badala seu serro na última chamada, a penumbra me chama com a buzina dos automóveis na avenida cinco quadras acima. É como o bilheteiro que brada “todos a bordo”, o grito eufórico aos passantes na calçada à cinco andares abaixo.

Desde então minha maior preocupação tornou-se elaborar uma nova estratégia no Xadrez. Talvez uma atualização do (Tc8 42. De6+ Re8 43. Th8!! Txc1+ 44. Rh2 e as pretas abandonam)?