MadCap.com.br é um blog pessoal. Um site onde pensamentos, fotografias, histórias, ilustrações ou qualquer outra coisa sem sentido é postada em uma forma cronológica. Só isso já explica tudo.

Arquivos da categoria ‘cotidiano’

Eine Kleine Nachtmusik für Streicher in G-Dur KV 525.

27 de agosto de 2010

Rareamento da informação.

26 de agosto de 2010

Descobri uma coisa muito interessante: antigamente eu postava muita merda aqui no blog. Eram inserções diárias de falastranismos rôtos.

Quando aquela bostícula chamada Twitter apareceu, redirecionei micro-pensamentos não processados para aquele espaço. Os mais chinfrins. Nada pensado ou acurado, sem correção ou preocupação alguma com formas léxicas ou gramaticais. Mesmo porque uma tuitada é apenas um grito abafado na multidão que se deixa frenetizar.

Mas reconheço que algumas coisas postadas lá deveriam vir para cá. Um espaço mais autoritário e imperialista.

Campearei-os, limparei-os das bostas de passarinho e aqui serão redimensionados.

Simples como álgebra bilinear.

Ah, procure-me na passarinholândia pela alcunha de @rValentino.

O projeto da publicidade.

26 de agosto de 2010

Olha só, que legal: descobri que aquele projeto de publicidade que eu tanto prezo estava parado por um motivo muito simples: estava difícil pra caramba atualizar. A métrica e o processo eram extremamente lentos e complexos e por isso mesmo eu o abandonei.

Agora a coisa está diferente: vou publicar o arquivo bruto, e só. Vai desandar feito ximia quente.

Crônica Urbana: O cão, o tijolo e a árvore.

23 de agosto de 2010

O Cão e a árvore.

Esse cachorro da foto é uma figura: um boxer, caramelo, muito fiel.

Ele mora em um terreno quase baldio, perto da minha casa. Na verdade ele é o cão de guarda do terreno. Ele fica o dia inteiro nessa mesma posição: em pé, parado, olhando o nada. O dono (que não mora ali) aparece dia sim, dia não, para alimentá-lo e ver se a água está pingando direito no pequeno pote logo abaixo da torneira.

O cão tem apenas uma árvore, uma pedra e um cercado de tijolos como amigos.

Não tem gramado, apenas esse areião. Não tem casinha, nem abrigo.

E ele fica assim, o dia inteiro. Olhando para o infinito.

Vez ou outra uiva durante a noite. Nada que um assovio não o faça parar de uivar e procurar o autor.

A maior prova de amabilidade desse cachorro é quando chega seu algoz com alimento: ele pula de alegria, lambe-o e corre em volta do figura.

É o píncaro de alegria diária de sua prisão perpétua.

Dois blogs excelentes.

20 de agosto de 2010

Você ai que gosta de fotografia, acesse o blog do Leandro Badalotti. Fotógrafo, está em Nova Iorque fazendo um estágio surreal na agência de fotografias mais cobiçada do mundo, a Magnum Photos.

Você aí que gosta de textos puros e excelentes ensaios vivenciais, acesse o blog do Will. Textos expontâneos e sem o pedantismo dos blogs monumentais.

***

É, faz tempo que eu não recomendo nada aqui. Será que é porque não está mais aparecendo material interessante no mundo?

Conversagens.

20 de julho de 2010

Mirante do Mato Seco, em algum lugar do norte do Goiás

divisor

Faz tempo que não apareço aqui para conversar contigo, ó leitor highlander. Estou meio de saco cheio de muita coisa, então quase não sobra tempo útil para nada. Tempo inútil sobra de montão. A questão é que ainda não consegui comprar uma câmera fotográfica que preste. A atual — que já tem 60% da sua capacidade cardio-fotográfica prejudicada — sofre nas minhas mãos. E eu a xingo, o que já não é um bom sinal.

Aliás, relacionamentos são assim: quando começa a rolar briga todo dia, já é hora de finalizar a conta.

Mas não é só de encheção de saco que a vida segue. Sabadão foi dia de trilha. É essa foto aí em cima: um mirante no meio de um vale fantástico. inexplorado, sem civilização em um raio de 100km, sem postos de gasolina, energia, humanos, celulares ou qualquer outra cafifentice que lembrasse o mundo real. Frio na medida certa, sol de rachar para o banho de riacho transparente, pesca submarina de peixes para o jantar, muita conversa boa na praia de areia.

Aliás, o rio mais fundo que já atravessei com meu carro, que achei que boiaria ou seguiria com a correnteza. Valeu a experiência tóra-prego.

Eu estou com os projetos travados na pauta por algum escombro oculto que ainda não descobri onde e o que é. E é isso que me preocupa nos últimos tempos. O trânsito natural das coisas parou de fluir e estou em uma mesmice mormacenta que sufoca.

Se eu fosse rico e civilizado, diria ser depressão. Mas depressão é para os fracos.

Então agüentem as coisas: se eu, que sou o mais interessado por essa jóça funcionar, não estou tão preocupado, você ai, magnata do clique duplo é que não deve se preocupar.

Como diria o velho Cambará, ‘ferida de amor se cura com o tempo’.

Vantagens probloguerianas.

15 de julho de 2010

robot gajo

The Internet.

8 de julho de 2010

Stephen Collins