
O último dia no Uruguai foi marcado por uma viagem deliciosa pela costa do país. Paramos na Punta del Diablo, uma cidadezinha que começa a despontar como alternativa para a rapaziada que já não gosta mais de Punta del Este.
Durante a viagem o GPS indicava um aeroporto com pista de emergência muito próximo da rota que estávamos seguindo. Quando percebemos, a pista não estava próxima, e sim na rota. O pessoal resolveu aproveitar um retão da rodovia e construir uma pista de pouso no meio da estrada. Alargaram a via, pintaram cabeceira e indicativos e colocaram uma placa no começo e no fim alertando sempre para você dar uma olhadinha pra cima e dar a preferência para aviões com problemas.
Bacana.
Aduana uruguaia sem problemas, aduana brasileira mais intimidadora. Entramos em Chuí e visitamos o Arroio do Chuí, o ponto mais setentrional do Brasil.
Achei que a volta para o país teria aquela sensação que todo mundo espera de retorno à patria e tal, mas me frustrei. O Brasil parecia um país estrangeiro a mais.
Bom pra mim, ruim pra quem percebe.
No mais, estradas brasileiras ruins, gasolina batizada para desacostumar os carros que estavam com médias fantásticas e o pessoal falando português novamente.



































































































































































































O trecho do paso internacional que liga o Chile com a Argentina, pela RA-7 é um velho conhecido. Já passeei por ali antes, e rever algumas paisagens andinas nunca é a mesma coisa.


















