MadCap.com.br é um blog pessoal. Um site onde pensamentos, fotografias, histórias, ilustrações ou qualquer outra coisa sem sentido é postada em uma forma cronológica. Só isso já explica tudo.

Arquivos postados por

Arquibancada

28 de abril de 2010

arquibancada

A foto foi acidental. Era para ter foco na moto, mas sei lá o que aconteceu. Tirada com um filme preto e branco Ilford Delta400, em uma Canon AE-1 mecânica e lente 50mm 1.4.

O resultado ficou legal pelo fato de eu não ter nem idéia de que aqueles dois viventes estavam ali, empoleirados. A granulação é original da película.

A asa e a borboleta

27 de abril de 2010

borboleta-JK

Isso aí é uma fotografia. Sem alterações nem tratamentos. É o vitral que fica em cima do esquife d´O Fundador, JK, no memorial homônimo. O vitral tem toda essa fluidez, parece uma asa de borboleta gigante.

É isso.

Aliás, essa foto não existe mais. Eu baixei ela em um HD portãtil que bateu as botas e estragou.

O bad block de hoje é o filme queimado de outrora. Isso é.

Brasília: 50 anos.

22 de abril de 2010

Ontem foi aniversário de Brasilia. A festa — que tinha tudo para ser a maior esbórnia visual e social de todos os tempos na comarca — tornou-se um parabéns de tia velha com balão murcho enchido no dia anteiror.

Toda essa putaria política que acomedeu a casa do espanto do governo local pôs em xeque qualquer credibilidade no evento. Resultado? Muito artista declinou o convite para fazer parte da festa. Bandas decadentes animaram o povão, a “Turminha Disney” fez a alegria da criançada e tudo queimou-se como papel.

A ressaca — como sempre — foi de toneladas de lixo no chão da esplanada.

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Aliás, Brasília virou motivo de piadas em todo o Brasil. Desde o rodízio de cadeiras até o futuro governador Roriz (sim, infelizmente ele voltará), tudo aqui é o espelho da democracia nacional. O brasileiro não sabe o que é votar.

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Meus pais passaram por aqui ontem, no dia da festa dos 50 anos de Brasilia. Vindo lá do meio dos índios, de uma viagem invejável que contornou o litoral brasileiro. Ficaram em um hotel chamado Brasilia Palace, que tem uma história interessante: Foi o primeiro grande hotel da cidade, ao lado do Palácio Alvorada, na margem do lago Paranoá. Pegou fogo, ficou 20 anos sucateado e recentemente passou por uma reforma e restauração completa. Hoje é quase um museu interativo, com quartos honestos, tarifa interessante e uma carga histórica invejavel. É uma opção de estadia imersiva brasiliense, com requintes de outrora.

Não resisti e passei a noite lá.

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A Zélia Duncan estava na mesa da frente ontem em um restaurante. Era engraçado que toda hora que alguem queria uma foto, ela colocava um Rayban Aviator para ficar com cara de badgirl. Gente famosa sempre tem uma peculiaridade existencial.

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Faixa (que provavelmente ainda esteja lá) em frente do condomínio “Ilhas do Lago”, no SHTN: URGENTE: vendo apartamento de 3 quartos no Ilhas, abaixo do preço de tabela: R$890.000,00.

Imagine que esse “3 quartos” tem cerca de 90m². R$9.800 por metro quadrado, my friend. E está abaixo da tabela mesmo, olha só.

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Se bem que o Noroeste, o novo bairro brasiliense, todo ecológico e moderno, custará R$15.000 o quadrado metrado. É um orgulho essa ostentação toda de bolha imobiliária que dá até vontade de vomitar. Temos coisinhas pitorescas de dois milhões e meio.

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No mais, o que mais vale aqui em Brasilia é o que está fora dela.

As redes neurais.

21 de abril de 2010

Redes neurais versus redes sociais

Filme 135-35mm

20 de abril de 2010

Essas duas fotos que ilustram este post foram tiradas com uma máquina fotográfica mecânica, de filme, totalmente manual. Do rolo de 24 poses, perdi 3 para tentar ajustar o filme na câmera, 2 por problemas de fotometria e diafragma e uma por problema de focagem no escuro. As que sobraram foram apenas testes técnicos, sem importãncia documental.

Fotografar por filmes é apenas um hobby. É como colecionar discos de vinil: não é prático, não é fácil. Mas tem quem goste e isso não é forma alguma de status ou não significa que você é melhor. É apenas outra forma de fazer a mesma coisa.

O vinil foi substituido pelo compact disc em apenas 4 anos. A praticidade de não ter que virar um disco ou procurar uma faixa com a agulha por si só já o matou. Tem gente que ainda defende os antigos LP´s, pela qualidade, curvas harmônicas sonoras analógicas e pela forma “quente” que a agulha exerce ao entrar em contato.

A mesma coisa é a fotografia. Quer coisa mais complicada para um cidadão comum do que comprar um filme, ter que escolher o número de poses, o ISO e a marca, ajustar o filme, ajustar a máquina, tirar apenas 36 fotos no máximo e ainda ter que pagar e esperar para revelar (e ver que no final das contas as fotos saíram ridiculas e meio borradas)?

A fotografia digital é linda, perfeita, irretocável e imediatista. Errou? Apaga e bate outra. Está escuro? o ISO automático resolve. Autofocus para não borrar, identificação de rostos, sorrisos e até do nome da pessoa. Prioridade de foco nisso.

Não tem mais mistério, com a digital. Filme, só serve para quem gosta da velharia, do barulho do obturador batendo no espelho, do réco da alavanca manual de avanço de filme, da fotometria e dos ajustes de velocidade e abertura de diafragma, do cálculo de ponto quando quer puxar e granular uma foto.

É legalzinho apenas para quem curte. E nem por isso consegue ser melhor ou pior.

É apenas diferente.

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fotos

A foto dos galhos foi um teste: 50mm f:1.4 1/500s com um filme Kodak ProImage. Ultimos raios de sol. A segunda foto, é de uma placa aqui de Brasília que foi atropelada por um carro e ficou apenas o suporte dela. Algum genioso conseguiu reavivá-la de forma descomprometida e original. 50mm f:1.4 1s na mão. Borrou porque estava escuro e sem apoio.

Welcome back, Mr. Capablanca.

12 de abril de 2010

emo-turtle

A ausência aqui é justificada…

29 de março de 2010

… lá fora está mais interessante:

Osso-veio-4x4-offroad-group

Mas a internet ainda tem o atrativismo venal. Logo, logo, novidades.

Sem título #04

18 de março de 2010

Sem título #04