No pátio do então 6º Regimento de Artilharia de Campanha de Curitiba, um quebra-nozes:

No pátio do então 6º Regimento de Artilharia de Campanha de Curitiba, um quebra-nozes:

Pedro Martinelli postou um texto rápido falando de “fotografar ou não fotografar” arco-íris. Ontem as condições climáticas desta Brasília tempestuosa ficaram propícias para um intenso começo de arco-iris no lusco-fusco do final de tarde. Estava sem câmera, sem celular, sem latinha alguma para montar uma pinhole e o sol acabaria trás dos montes em menos de 1 minuto.
Saquei o N95 da vizinhança de mesa e voilá. Deu no que deu a foto abaixo:

Como dizem os fotógrafos do O Globo: Celular não presta para fotografia.
Não entendo como as pessoas conseguem pobretizar e acabar com a magia do cinema ao assistir filmes gravados precariamente com filmadoras em cinema e reproduzidos em porcos monitores de 15 polegadas, com um fone de ouvido pregado na orelha.
É covardia.
Eu queria fazer um vampiro emo que não gosta de sangue. Ai descobri que isso é um clichê tão batido e difundido que praticamente 1 a cada 5 vampiros são emo.
Então montei um vegan. Mas, a cada 10 destes afetados, 6 são frutinhas.
Então esse vampiro que vá tomar no cu:

Aliás, esse blog tá foda. Tem muita ilustração e foto. Texto que é bom, esquecidos constantemente em algum canto da minha cabeça, sem chances de recuperar algum dia.
Modo Tuíta ligado: O cão labrador Rico entende NÃO como MÃO. Já viu né.
Por falar em twitter: sabia que eu sou associado ao Twitter? Pois então, up-to-date que sou, lá tenho um terreninho. Que jamais usarei, fique claro.

Cuidado quando for fazer uma tatuagem na barriga.
Quando envelhecer, essa bola amarelada vai ficar
mais para uma gigante-vermelha do que um sol estiloso.
O tatuador-filósofo tem toda a razão. A velhice é uma escaraminholada caveira que não dá trégua para ninguém. O bom e velho rock’n'roll é herança nativa dos anos 60 e 70. E muitos daqueles cabeludos de outrora ainda estão por aí.
Uns dias atrás teve uma banda geriátrica chamada Iron Maiden aqui pelas cercanias de Brasília. Outrora, lá pelos idos do final do século passado, Deep Purple deu as caras em Curitiba.
The Doors (revisited), em Brasilia. Heaven’n'Hell (mas pode chamar de Black Sabbath) se apresentará por aqui. semana que vem.
Bandas de 1960+ que ainda estão na ativa.
Olha só o David Gilmour. No próprio site do fã clube oficial, escrachado pelos fãs, que acham a sua barriguinha de véio uma coisa caquética e engraçada.
O velho Ozzy, cozido e limitado.
Gente que não consegue parar. Não percebem que a fase cabeluda ja se findou há tempos. Que ainda insiste em conquistar novos fãs com seus riffs clássicos e com a melodia inalterável.
Cabelos brancos. Muquetas que balançam como mocotó em palhetadas mais ferrenhas nas guitarras elétricas.
Não sei até que ponto vale tudo isso.
Ars longa vita brevis, my brother.
Final de semana bate-e-volta para a Chapada dos Veadeiros, região inóspita, mística e cheia de cabeludo rastareaggae louco da bola.
Bom, foi a vez de estrear a Lafuma vermelhona em acampamento selvagem e visitar algumas cachoeiras mais complicadas de chegar.

Cachoeira do Macaquinho e Catarata dos Couros no itinerário. Projeto completado com sucesso. Fotos, logo abaixo. Como sempre. Dois vídeos simples, você pode acessar no meu canal do YouTube aqui e aqui.
Achei esse desenho em um caderno velho do tempo em que eu achava que o dinheiro me salvaria. Hoje, a idéia é bem projetada na cara-de-bunda do personagenzinho de 4cmx3cm rabiscado à nanquim 0.2.
Descendo*, você pode se deparar com uma pérola dessas:
Br-101 trecho Curitiba-Garuva. Releitura com um tablet e um Photoshop v8-302 canadense restaurado ano 71.
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*Descer é um verbo intransitivo curitibano. Significa tão somente viajar ao esdrúxulo pequeno-litoral paranaense.