MadCap.com.br é um blog pessoal. Um site onde pensamentos, fotografias, histórias, ilustrações ou qualquer outra coisa sem sentido é postada em uma forma cronológica. Só isso já explica tudo.

Arquivos do ano de 2009

Recuerdos de 43

6 de maio de 2009

No pátio do então 6º Regimento de Artilharia de Campanha de Curitiba, um quebra-nozes:

marreteiro

Notas mentais

6 de maio de 2009

Pedro Martinelli postou um texto rápido falando de “fotografar ou não fotografar” arco-íris. Ontem as condições climáticas desta Brasília tempestuosa ficaram propícias para um intenso começo de arco-iris no lusco-fusco do final de tarde. Estava sem câmera, sem celular, sem latinha alguma para montar uma pinhole e o sol acabaria trás dos montes em menos de 1 minuto.

Saquei o N95 da vizinhança de mesa e voilá. Deu no que deu a foto abaixo:

Arco-íris na esplanada dos ministérios - Brasilia DF

Como dizem os fotógrafos do O Globo: Celular não presta para fotografia.

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Não entendo como as pessoas conseguem pobretizar e acabar com a magia do cinema ao assistir filmes gravados precariamente com filmadoras em cinema e reproduzidos em porcos monitores de 15 polegadas, com um fone de ouvido pregado na orelha.

É covardia.

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Eu queria fazer um vampiro emo que não gosta de sangue. Ai descobri que isso é um clichê tão batido e difundido que praticamente 1 a cada 5 vampiros são emo.

Então montei um vegan. Mas, a cada 10 destes afetados, 6 são frutinhas.

Então esse vampiro que vá tomar no cu:

Veiga, o vampiro vegan pride.

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Aliás, esse blog tá foda. Tem muita ilustração e foto. Texto que é bom, esquecidos constantemente em algum canto da minha cabeça, sem chances de recuperar algum dia.

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Modo Tuíta ligado: O cão labrador Rico entende NÃO como MÃO. Já viu né.

Por falar em twitter: sabia que eu sou associado ao Twitter? Pois então, up-to-date que sou, lá tenho um terreninho. Que jamais usarei, fique claro.

Dois camaradas de queixo duro

5 de maio de 2009

Douglas Fairbanks e William Russell

Os velhos roqueiros de sempre

30 de abril de 2009

old-heavy-metal

Cuidado quando for fazer uma tatuagem na barriga.
Quando envelhecer, essa bola amarelada vai ficar
mais para uma gigante-vermelha do que um sol estiloso.

O tatuador-filósofo tem toda a razão. A velhice é uma escaraminholada caveira que não dá trégua para ninguém. O bom e velho rock’n'roll é herança nativa dos anos 60 e 70. E muitos daqueles cabeludos de outrora ainda estão por aí.

Uns dias atrás teve uma banda geriátrica chamada Iron Maiden aqui pelas cercanias de Brasília. Outrora, lá pelos idos do final do século passado, Deep Purple deu as caras em Curitiba.

The Doors (revisited), em Brasilia. Heaven’n'Hell (mas pode chamar de Black Sabbath) se apresentará por aqui. semana que vem.

Bandas de 1960+ que ainda estão na ativa.

Olha só o David Gilmour. No próprio site do fã clube oficial, escrachado pelos fãs, que acham a sua barriguinha de véio uma coisa caquética e engraçada.

O velho Ozzy, cozido e limitado.

Gente que não consegue parar. Não percebem que a fase cabeluda ja se findou há tempos. Que ainda insiste em conquistar novos fãs com seus riffs clássicos e com a melodia inalterável.

Cabelos brancos. Muquetas que balançam como mocotó em palhetadas mais ferrenhas nas guitarras elétricas.

Não sei até que ponto vale tudo isso.

Ars longa vita brevis, my brother.

Feriado de tirar os dentes, Há!

22 de abril de 2009

Final de semana bate-e-volta para a Chapada dos Veadeiros, região inóspita, mística e cheia de cabeludo rastareaggae louco da bola.

Bom, foi a vez de estrear a Lafuma vermelhona em acampamento selvagem e visitar algumas cachoeiras mais complicadas de chegar.

Lafuma tent

Cachoeira do Macaquinho e Catarata dos Couros no itinerário. Projeto completado com sucesso. Fotos, logo abaixo. Como sempre. Dois vídeos simples, você pode acessar no meu canal do YouTube aqui e aqui.

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A ponte meio que caiu, meio que ficou… E a gente meio que voltou.
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O Vitara do Ricardo atravessando uma região inóspita da trilha.
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Chuveirinhos recém floridos.
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As duas ambulâncias, de frente para um vale gigatesco, verdulento e imponente.
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Uma flor de verdade que parece de mentira e um pulgãozinho.
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Mais uma daquelas aranhas que acreditam no seu mimetismo.
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Celia, Ricardo, Larissa, cachoeira do macaquinho zureta ao lado, em baixa velocidade.
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Uma lagarta que não tá nem aí para seu mimetismo. Deve ter razões óbvias para tal.
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Todo o orvalho de uma noite úmida no cerrado.
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No meio da subida de um dos platôs em direção à Catarata dos Couros
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Flores do cerrado caídas na areia das margens do rio.
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Uma borboleta ruiva.
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A libélula azul.
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Um pouco de desimgripante para rodas.
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Um pouco de desimgripante para rodas.
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Uma paisagem típica do cerrado.
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A bela estrada pavimentada e bem cuidada.
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Uma siriema correndo na frente do carro.
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Panorâmica da cachoeira da Caverna.
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Panorâmica da fenda da trilha.
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Panorâmica da Catarata dos Couros.
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Panorâmica da Catarata dos Couros.

Sport Utility Vehicle

15 de abril de 2009

Why they prefer SUVs in Brazil?

Coisas do caderno velho

14 de abril de 2009

Lucky yuppie hohay.Achei esse desenho em um caderno velho do tempo em que eu achava que o dinheiro me salvaria. Hoje, a idéia é bem projetada na cara-de-bunda do personagenzinho de 4cmx3cm rabiscado à nanquim 0.2.

Rockabilly9

13 de abril de 2009

Descendo*, você pode se deparar com uma pérola dessas:

Ilustracao cutout

Br-101 trecho Curitiba-Garuva. Releitura com um tablet e um Photoshop v8-302 canadense restaurado ano 71.

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*Descer é um verbo intransitivo curitibano. Significa tão somente viajar ao esdrúxulo pequeno-litoral paranaense.