Pedro Martinelli postou um texto rápido falando de “fotografar ou não fotografar” arco-íris. Ontem as condições climáticas desta Brasília tempestuosa ficaram propícias para um intenso começo de arco-iris no lusco-fusco do final de tarde. Estava sem câmera, sem celular, sem latinha alguma para montar uma pinhole e o sol acabaria trás dos montes em menos de 1 minuto.
Saquei o N95 da vizinhança de mesa e voilá. Deu no que deu a foto abaixo:

Como dizem os fotógrafos do O Globo: Celular não presta para fotografia.
Não entendo como as pessoas conseguem pobretizar e acabar com a magia do cinema ao assistir filmes gravados precariamente com filmadoras em cinema e reproduzidos em porcos monitores de 15 polegadas, com um fone de ouvido pregado na orelha.
É covardia.
Eu queria fazer um vampiro emo que não gosta de sangue. Ai descobri que isso é um clichê tão batido e difundido que praticamente 1 a cada 5 vampiros são emo.
Então montei um vegan. Mas, a cada 10 destes afetados, 6 são frutinhas.
Então esse vampiro que vá tomar no cu:

Aliás, esse blog tá foda. Tem muita ilustração e foto. Texto que é bom, esquecidos constantemente em algum canto da minha cabeça, sem chances de recuperar algum dia.
Modo Tuíta ligado: O cão labrador Rico entende NÃO como MÃO. Já viu né.
Por falar em twitter: sabia que eu sou associado ao Twitter? Pois então, up-to-date que sou, lá tenho um terreninho. Que jamais usarei, fique claro.


maio 7th, 2009 at 9:02 am
Rico é o personagem mais fabuloso de todos os tempos dessa Brasília de vocês. Não existe pessoa igual… (é, pessoa!)