Ontem uma turba de tuiteiros chafurdou nas fezes do meu ignóbil passarinho animado do post logo abaixo (carinhosamente apelidado de Tuit). Não entendi o por quê d´eles não gostarem da singela homenagem.
Vai entender.
Na verdade eles quase arregaçaram o link do MadCap. Para quem não entende muito de internet, este blog comporta-se como uma criaturinha sensível. Se você mudar o ecossitema ou a alimentação primordial, ela morre.
E foi o que quase aconteceu ontem.
E o pior deste boom todo de visitantes-stalkers-que-se-ofenderam é que todos estão chegando de algum lugar sombrio que não está acusando nas logs de estatísticas.
Muito estranho.
Fotos, abaixo, de um passeio de final de semana para Pirenópolis, uma cidade distante 130km de Brasilia e apenas uma hora de carro. Mas que a gente fez em 8h por terra…
O comboio no altiplano.
Topo do altiplano sentido Olhos d´agua.
O novo e o clássico.
Paisagem típica do cerrado.
A leve poeira que nos rondava.
A leve poeira que nos rondava.
A leve poeira que nos rondava.
A paisagem do cerrado com uma árvore típica, o céu mais do que azul e muita seca.
Em qualquer lugar MESMO.
O sorriso do menino quando ganhou um saquinho de balas.
O comboio reagrupando.
O comboio reagrupando.
O comboio reagrupando.
Os últimos raios de sol no contrafluxo.
Um dos inúmeros riachos com travessia na região da serra dos Pireneus.
Os últimos raios de sol no contrafluxo.
Os últimos raios de sol no contrafluxo.
Um antigo Chevrolet carregando pedras de Pirenópolis.
Um antigo Chevrolet carregando pedras de Pirenópolis.
Bonecas de barro esperam alguma coisa, na janela.
Uma senhorinha de menos de 1,20m nas ruas de Pirenópolis.
Um dos milhares de pequenos lagartos que acreditam em seu mimetismo.
A cowgirl pousando de diva no meio de uma pedra no meio de um rio cristalino e de fundo areioso no meio da serra.
A performance da sanfona do Zé.