Teste da nova lente ultra-clara prime f:1.4 adquirida dias atrás:
Arquivos do mês de junho de 2009
Informe Publicitário
23 de junho de 2009
Tenho um amigo chamado Pererinha. Ele é meio esquisitão, mas muito gente boa. Eu o conheci quando ele fez a besteira de entrar na empresa onde eu trabalhava. O pior é que ele ficou amigo do Jéfson outra flor incheirável.
E a gente estragou ele. O cara, que outrora era afável e bondoso, tornara-se mesquinho, alcoólatra, cheio de manias estranhas e trejeitos malévolos.
Chegou ao fundo do poço quando matou um colega de trabalho descobriu que a empresa em que ele trabalhava não lhe garantiria uma aposentadoria cheia de mordomias. Largou a posição profissional, virou desempregado, foi despejado e perdeu a dignidade ao começar a furtar guloseimas em mercados e feiras.
Mas a vida é cheia de sorte e revés, o jovenzinho conseguiu se reerguer, largou a bebida, empregou-se novamente, garantiu renda, casou.
Mas ainda está passando um perrengue danado.
E por conta disso ele resolveu ter a brilhante idéia de mendigar fundos para seu sonho mais promíscuo e esvoaçante: comprar um MacBook Pro.
Criou um site, meteu o tutano para relembrar das aulas de CCAA de trás dos montes e pá! Fundou uma nação de um domínio só com seu pedido oficial de ajuda.
Como a gente sempre sacaneou ele com montagens (o Pererinha era, de longe, a figura mais iconoclasta da empresa que sofria montagens engraçadas, como esta logo abaixo) Agora chegou a hora de se redimir.
Ajude-o na inclusão digital com o Apple da Familia. Divulgue nas listas do Yahoo, do Google Groups, parentes abastados, gente fina da melhor qualidade. Ele merece.
Enquanto isso postarei, semanalmente, montagens pertinentes que a gente fazia dele:

Divergência divertida
22 de junho de 2009
Não sei o que causou maior dúvida: o preço alto do limone ou a divergência especulativa do “cesiliano” de cima ser 10 centavos mais caro que o “seciliano” lá de baixo.
Foto de um iPhone. Apesar da lentícula medíocre, de vez em quando saca belos retratos.

Mitsubishi Motorsports 2009
22 de junho de 2009
Há um mês atrás tive que tomar uma séria decisão na minha vida: participaria da terceira etapa do MMS “Sudeste” aqui em Brasília como competidor ou como apoio?
A dúvida era grande por algumas razões elementares: a estrutura e o marketing que corre 24h durante todo o evento é viciante. Não conheço outro rally monomarca no Brasil que tenha tamanha organização e seriedade como o que vi sábado passado.
Optei por “competir”. A inscrição era irrisória e todo o protocolo formalizado sem delongas. Eu como “piloto” e a Célia como “navegadora”. Sexta à noite assistimos uma aula de navegação com nada menos que Lourival Roldan, diretor de prova, o homem que participou quatro vezes do Dakar, dez vezes do Sertões, navegou para o Spinelli, Vívolo, Kolberg, Hoffman.
Largamos com uma planilha na mão, uma calculadora, um gps e um cronômetro. Não nos perdemos, atrasamos pouco, matamos tempo perdido em neutros, quase atropelamos uma cobra, uma perdiz e um competidor na contra-mão e finalizamos na 55º posição de 181 participantes, onde mais de 20 carros não completaram a prova.
Para quem nunca participou, valeu o esforço!
Em agosto tem mais uma etapa em Curitiba. Se você mora na região e tem um carro com os três diamantes na grade dianteira do carro, não perca.
Vale cada segundo perdido nos “PCs”.





Vão do Moleque
16 de junho de 2009
O Vão do Moleque é a comunidade quilombola kalunga de acesso mais difícil e complicado da região da Chapada dos Veadeiros e Cavalcante. Em uma grande depressão com 300m acima do nível do mar, a região é cercada por paredões de chapadas que alcançam mais de 1300m de altura, rios belíssimos de água transparente e uma exuberância de flora e fauna intocáveis.
Este feriado foi dia de conhecer a região, em uma expedição organizada pelo Jeep Clube de Brasília, com a participação de 30 veículos 4×4.
O primeiro impacto foi saber que uma mineradora de Manganês alargou e meteu pontes na estrada que circula o parque. Alem de transformar toda a marginal do trajeto em um imenso monocromático marrom, acabou com a magia de transpor riachos de águas transparentes com o carro.
Já no acampamento, outra frustração: o governo gastou um belo dinheiro para fazer, no meio do nada, uma extensa pista de pouso para “ajudar a população kalunga”. Na época da reeleição, pousou ali aviões com medicamentos, médicos, dentistas, suprimentos, alimentos básicos. Hoje, a pista serve apenas como parte da antiga estrada que ali passava.
Muitas fotos, como sempre:
E um vídeo onboard do MMCC, o carro com a trilha sonora original mais descolada da carretera:
Tempus Fugit
4 de junho de 2009
O grande barato de manter um blog de bandeira branca (sem patrocinadores, mecenas ou condominados) é um detalhe chamado timing, que o mantém livre e sem sufocamentos.
Outra coisa boa é o rumo generalizado e despretencioso que o conteúdo segue. Nada de fechamento de matérias ou deadlines impossíveis.
A anarquia é a eloqüência venal do conteúdo livre.
Dog Fish Eye
3 de junho de 2009
Era uma foto perdida: as cores estavam estranhas, sem foco na cabeça e com uma tentativa de crop sem sucesso.
Ficou 4 anos esquecida no arquivo morto de um cd de becape fotográfico, na pasta \rever\.
Até que eu apliquei 10cc de Fotoxopina intravenosa na foto e voilá!


Brincadeira: é a velha e amadora FinePix que ninguém quer comprar.














































