
Arquivos do ano de 2008
E a briga continua em Brasília
17 de abril de 2008
Faz tempo que não escrevo nada real e cotidiano neste site. Vamos lá, com wingdings bombásticas:

Acredito que o Brasil inteiro viu a mobilização dos estudantes no prédio da reitoria da UnB. A simbologia básica de tudo isso foi realmente interessante, mesmo porque o minhocão (Bloco principal de salas de aulas e laboratórios) ja fôra tomado por tanques de guerra e até o exército no tempo da ‘deita-a-dura’. Como sempre, os brasilienses não estão nem aí para isso. E a estudantaiada já começou o oba-oba.

Ontem invadiram a lata-de-talco (matriz 1 da Caixa Econômica). Os meliantes renderam o segurança e se instalaram com o objetivo de protestar sobre o que eles lutam de verdade: a

O que mais me preocupou nessa esbórnia toda é que as coisas pessoais da minha esposa poderiam ser extraviadas. Ela trabalha no segundo andar. Os populares-saqueadores poderiam levar sua coleção de miniaturas do Monstros S.A. e um porta-retratos, o que seria declarar guerra aos fanfarrões comunistas.

Abalroei o carro duas vezes em menos de 12h, em locais diferentes e da mesma maneira. Meu carro teve escoriações leves nos parachoques, e só. Os outros, sentiram de perto a destruição caótica da deformabilidade automotiva. Estragaram de verdade.

Neste sábado farei uma incursão pelo cerrado à procura de uma cachoeira de águas azul-turquesa. Aguardem fotos.
Inspiração ou coincidência?
11 de abril de 2008
Ontem a Célia apareceu com a última edição da revista Elle (Ed. Abril — págs 162-169, artigo “Couro Solo”) com uma bomba: “É o nosso editorial! Igualzinho!”:

Para quem não lembra, eu e o Victor montamos um mini-editorial no aeroclube de Brasília, para participar de um concurso, no final de fevereiro.
Como o mundo é cheio de incongruências, coincidências e inspirações, fica o registro que fomos os primeirões
Os meninos puladores
24 de março de 2008
Feriado passeado em Pirenópolis-GO, com algumas poucas fotos:



Quando Coelho Neto comentou aqui
18 de março de 2008
Nos tempos da belle epoc muito se havia de positividade para os povos Amazônida, desenvolvimento bril, luz de sucesso, mas antes de tudo esperança de lucides em negócios! As astúcias sulistas não eram tão pragmáticas ou xenófobas com ínfelizmente é a imoralidade ideológica de hoje nas relações regionais. No entanto, paz se via, mesmo com todas as dificuldade trabalistas que por muitas vez se equiparavam de forma escabrosa com a escravatura secular, se via luz nos olhos! Talvez a publicidade “antiguista” pode acrescentar-se tais parâmetros, uma situação de verossimilhança mesmo, com tamanhas dificuldades num estranho mundo onde se podia enchergar um poder estranho o de encantar e seduzir uma massa de forma mágica e sedutora, no mais causando lucros, lucros não esperados por aqueles exploradores de arca perdida! Entretanto mesmo assim, com incomensuráveis dificuldades pode-se dizer que estes fizeram bonito, carreagram um piano da maneira mais robusta que se pode imaginar… Hoje temos um quadro de pouca entendimento correlação a profissão e seus infelizmente não olísticos objetivos, mas não por culpa de outros, e sim, pura e simplesmente sim pela culpa de uma sociedade onde nela está enrraizada valores muito menores da grandiosidade de que é possuidora essa disciplina de mercado… Culpa deles não! Culpa de alguém que não acredita que publicidade é algo maior! Culpa dos profissionais conteporâneos esses sim, me desculpem meus colegas do óssio, mas Maldito sim por não deixarem trasparecer a olhos reais a grandiosidade que se tem do emprego publicidade como uma análise Científica… E sim prefere-se transcrever publicidade apenas Propaganda! Pobres destes, não daqueles
Mesmo assim afirmo; não espero muito deste fragmente textual, pois não espero nada dessa ideologia “necrotária” de nossos profissionais de hoje… Pensem nisso
Saudações…
João Paulo Cavalléro
Escritor do Livro O ALMANAQUE DO PUBLICITÁRIO- Básico I
Achei fantástico este comentário. Só não consegui distinguir se foi escrito no fabuloso gerador de lero-lero ou se o espírito do Coelho Neto — o dificultador-mor do escorreito vernáculo lusitano — baixou no rapagão.
Quase-Fashion
11 de março de 2008
Um shopping aqui de Brasília realizou um concurso para fotos de moda. Uma coisa deveras estranha, podes crer. Conversei com o Victor e o tino fotográfico falou mais alto. Resolvemos produzir umas fotos sob a temática “Uma foto de moda”.
O cronograma estava estourado, a verba escassa, as locações indisponíveis e a chuva sem dar uma trégua sequer. As modelos disponíveis sucumbiram com as moléstias mais estranhas: conjuntivite, pé enfaixado, espinha na ponta do nariz, crise de identidade, briga de namorado, tersol, desintegração. Mas conseguimos seis modelos que nos salvaram da não-participação.
Das seis fotos enviadas, apenas uma foi selecionada para a esposição do evento (a foto maior da Célia, logo abaixo). Foram mais de 2900 fotos inscritas, o que nos valeu um bom alívio.
Abaixo você pode conferir um pouco do que foi um final de semana de três turnos e 28 horas de correria e fotografias.






Ficam nossos agradecimentos:
- Modelos: Célia Spegel, Patrícia Brunale, Fernanda Portela, Isadora Bontorin de Souza, Eduane Vieira e Hanna Karolina Noronha de Carvalho;
- Locações: Life Limousine, APUB – Associação dos Pilotos de Ultraleve de Brasília (hangar do Machado), Metro de Brasília.
Verdades sobre as mulheres #32
6 de março de 2008
MadCap — o blog up-2-date mais desatualizado da história — revela, em um post exclusivo, como elas escolhem roupas para festas:



