Domingo é dia de
Feira do Largo, a feirinha de artesanatos, doidivanas, artistas e intérpretes das mais variadas castas curitibanas. A feira sempre foi meio inconstante, mudando o jeitão das bancas e dos performáticos ao bem-querer.
O dedão foi comedido nos cliques da máquina, algumas fotos eram pessoais dos álbuns-família, mas saiu um pouco de foto-jornalismo não-sensacionalista, abaixo:

Pães caseiros gigantes.

Vendedor de brinquedos de fazer bolhas, demonstrando o produto.

Caricaturista desenhando uma criança, com muitos curiosos em volta.

Caricaturista desenhando uma criança, com muitos curiosos em volta.

Vendedor de aparelho de tirar bolinhas, pêlos e coisas grudadas em roupas.

Rodolfo, da banca de grilos-pula-pula, demonstrando o produto.

Detalhe dos grilos de brinquedo.

Pink, a ruiva hippie.

Seu Jorge da Cítara, tocando seus sucessos imáginários.

O sanfoneiro cego e seu protesto por escrito, enquanto toca seus sucessos.

Estátua-viva.

Estátua-viva.

Estêncil no muro do Largo.

Populares que se espremem entre as bancas.

Calota reluzente da roda de um Chevy antigo.

Detalhe da sinalização lateral de um Dodge Challenger 71.

Um palhaço-mímico entretendo crianças.

Pêssankas, ovos de galinha e pato, coloridos com motivos religiosos.
Conteúdo postado
terça-feira, 29 de julho de 2008 às 1:02 pm por R. Valentino e catalogado como fotografia.
Você pode acompanhar novos comentários nest post através do
RSS 2.0.
Você pode deixar um comentário ou colocar um link direto em seu site. Os conceitos e opiniões aqui expressos – com exceção do que for postado por terceiros no sistema de comentários – refletem ponto de vista pessoal e não têm o objetivo de atingir ou macular a honra ou a imagem de quem quer que seja, nem de infringir direitos autorais. Caso algum material aqui publicado possa ser considerado em desacordo com este propósito, pede-se a gentileza de informar através do e-mail. Os links para sites externos são meras referências, sem qualquer responsabilidade do titular da página.