BATMAN


quinta-feira, 14 de agosto de 2008 | 5:22 pm

Segunda-feira foi dia de ver Batman, o cavaleiro dos infernos. Acabou a luz do cinema no meio da película, um desatre. As luzes de emergência acenderam na hora, mas em trinta segundos morreram. O lanterninha avisou, tempos depois: “Cabô a luz, negada! Mas esperem que já volta.”

Com a sala em completa escuridão, eu e a minha esposa resolvemos ligar a lanterna do celular (que é um canhão complexo de xenon de quase 10k) e terminar o filme com as mãos, mais ou menos assim:


O bom é que o povo gostou e deu risada. O ruim é que a coisa perdeu a graça 9 segundos depois.


No final das contas recebemos os tíquetes de volta e fiquei quase 24h sem saber o que o Curinga faria com aquela bazuca do Rambo. Mas no final das contas vi um filme e meio pelo preço de um.


Escutei tanta balela sobre o ator e a personagem do Curinga que achei que o cara seria muito mais foda. Talvez a maldade amigável dele não fôra tão diferente, afinal. Mas vale a canja de malvadeza. 


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