MadCap.com.br é um blog pessoal. Um site onde pensamentos, fotografias, histórias, ilustrações ou qualquer outra coisa sem sentido é postada em uma forma cronológica. Só isso já explica tudo.

Arquivos do mês de dezembro de 2008

Boas festas!

16 de dezembro de 2008

É isso aí pessoal, a casa fechou o ano com um balanço avassalador: crescimento de 22,74% nas boas-novas, queda de 2,39% nas amarguras, commodities desacomodaram em 28,31% e o pique aumentou em 33% redondo.

Belos números.

Que você também tenha excelentes entradas neste ano que passa. E não vá fazer muita cagada. até mais. Vão viver a vida. Voltem depois.

Curta! A vida é curta para ser pequena*

15 de dezembro de 2008

Upgrade no Opiomóvel: saindo dos 184cv optimizados para estradas planas (hipotéticas) e bem pavimentadas (teóricas) para adentrar no alucinado mundo 4×4 da realidade vivencial buraqueira brasileira.

Recesso de final de ano, como sempre: do agora até 15 de janeiro vou curtir a vida adoidado com uma turminha muito louca, aprontando altas aventuras nas ruas de Bervely Hills.

Ai estou eu esperando a maravilhosa economia — ciência matemática e exata — definir rumo novamente. Logo eu, que sempre ri da desgraça cabalistica dos números inflacionários, aqui, aflito com essa interminável flutuação cambial.

Acesso diariamente os gráficos monetários internacionais para achar um pingo de fé na realização de um investimento qualquer, mas a coisa sempre descamba para o caos explícito. Capitalizei tarde demais, coisa de dois meses e meio.

O gráfico abaixo mostra meu desespero para comprar uma câmera, meia dúzia de lentes e uns badulaquezinhos para boas fotos:

*O título da posta é um poemetito do Chacal.

Galeria de personæ inolvidáveis

1 de dezembro de 2008


Chet Baker (1929 – 1988)
Ex-marine, crooner e trompetista. Gravou, entre outras, “I’m old fashioned” (a pedido de d’Valentino, diga-se), embalando os sonhos dos brotinhos baby-boomers da América. A partir de 1966 passou a cantar menos, depois de perder todos os dentes (rapidamente esmiuçado aqui) numa surra. Mudou-se pra Amsterdão, terra da heroína, onde deu cabo da própria vida.