ALBUM: GUARAQUECABA PORTRAITS [2005]

domingo, 3 de junho de 2007 | 2:55 pm

Viagem de barco ate Guaraqueçaba, uma cidade isolada no litoral do Paraná.
Resumo orçamentário: R$10 o barco até Guaraqueçaba. 3 horas de viagem pelo mar. De R$10 (a pousada mais simples a R$80 o hotel mais luxuoso (2 estrelas). Refeições a R$15 (qualquer restaurante você gasta isso). Barco para qualquer lugar custa R$100. Carro para qualquer lugar custa R$60. Entrar no terreno do Boticário para ver a cachoeira que eles compraram: R$5.
Resumo da ópera: Guaraqueçaba é uma cidade de interior, litorânea, cercada por APA´s (área de proteção ambiental). Isso significa que não existe turismo na cidade. Se você quer conhecer cidades históricas, vá à Paranaguá, Morretes, Antonina. Guaraqueçaba perdeu a identidade histórica há tempos, talvez porque seja uma cidade de interior. Talvez porque eles não queiram isso, vá saber.
O que você encontra lá é gente hospitaleira. Pessoas que ao cruzarem por você te cumprimentam. Páram para te informar qualquer coisa. Vão à missa e tornam isso o evento social da semana. Passeiam à noite, não conhecem a violência nem têm neuroses de segurança.
Como chegar: De barco é o mais racional. A estrada é plaina e larga, sem buracos. É barco de linha, tipo busão. A viagem é legal, mas enche o saco depois das 3 horas de navegação. De carro é acessivel, mas tem uns detalhezinhos inconvenientes: 87km de estrada de chão. Poucos buracos, e os poucos que existem, semi-crateras lunares. Mas muitas pedras salientes, cortadeiras e arrancadoras de tampas de cárter de carro. A estrada é deserta e você leva 3 horas para completar o trajeto. De Helicópetero: pouse no campinho da cidade e estacione atrás do bar do noca, um terrenão grande, seco e de chão firme. De submarino: não vá. A profundidade média do percurso oscila entre 0,8m e 4m, o que siginifica estaquear na primeira banquisa.
Dicas do chef: Os restaurantes cobram muito caro pelo que servem. Algumas refeições tem um ingrediente chamado CML (Call Me Later: ele te lembra o que foi ingerido por umas 8 horas). Todas os restaurantes possuem praticamente 4 pratos principais: Turistico, que é uma balaiada de frutos do mar, o camarão na moranga, o comercial e o Pf (Prato Feito). O mais caro é R$18 e o mais barato R$9.
Dicas de passeio: Apesar da cidade ser litorânea, o marão com praia de areia mais perto fica longe 40 minutos de voadeira. A vantagem é que é uma ilha com 40kms de praia intocada e selvagem. Chama-se Superagüi (em latim: super=grande e sagüi=macaco zarolho da cabeça careca). Outra dica é deixar 5 pratas pro camioneteiro do Boticário e andar em uma trilha até o salto Morato, uma cachoeira grandona e bonita. Ainda no Morato: conheça a fiqgueira que faz das raízes uma ponte em cima do rio e a cachoeira do lageado pequeno. Visite uma tribo indígena caiçara e tente subir a trilha de trás da igreja. Dá um quilômetro de sobe-desce, mas a vista lá de cima é belíssima. Se você tem uma moto, percorra a trilha do telégrafo. Se você quer aventura ecoturística, conheça a reserva do Sebuí. Lá tem sapos coloridos e arborícolas, cachoeiras muito bonitas e rios para canoagem.
Resumo orçamentário: R$10 o barco até Guaraqueçaba. 3 horas de viagem pelo mar. De R$10 (a pousada mais simples a R$80 o hotel mais luxuoso (2 estrelas). Refeições a R$15 (qualquer restaurante você gasta isso). Barco para qualquer lugar custa R$100. Carro para qualquer lugar custa R$60. Entrar no terreno do Boticário para ver a cachoeira que eles compraram: R$5.
Resumo da ópera: Guaraqueçaba é uma cidade de interior, litorânea, cercada por APA´s (área de proteção ambiental). Isso significa que não existe turismo na cidade. Se você quer conhecer cidades históricas, vá à Paranaguá, Morretes, Antonina. Guaraqueçaba perdeu a identidade histórica há tempos, talvez porque seja uma cidade de interior. Talvez porque eles não queiram isso, vá saber.
O que você encontra lá é gente hospitaleira. Pessoas que ao cruzarem por você te cumprimentam. Páram para te informar qualquer coisa. Vão à missa e tornam isso o evento social da semana. Passeiam à noite, não conhecem a violência nem têm neuroses de segurança.
Como chegar: De barco é o mais racional. A estrada é plaina e larga, sem buracos. É barco de linha, tipo busão. A viagem é legal, mas enche o saco depois das 3 horas de navegação. De carro é acessivel, mas tem uns detalhezinhos inconvenientes: 87km de estrada de chão. Poucos buracos, e os poucos que existem, semi-crateras lunares. Mas muitas pedras salientes, cortadeiras e arrancadoras de tampas de cárter de carro. A estrada é deserta e você leva 3 horas para completar o trajeto. De Helicópetero: pouse no campinho da cidade e estacione atrás do bar do noca, um terrenão grande, seco e de chão firme. De submarino: não vá. A profundidade média do percurso oscila entre 0,8m e 4m, o que siginifica estaquear na primeira banquisa.
Dicas do chef: Os restaurantes cobram muito caro pelo que servem. Algumas refeições tem um ingrediente chamado CML (Call Me Later: ele te lembra o que foi ingerido por umas 8 horas). Todas os restaurantes possuem praticamente 4 pratos principais: Turistico, que é uma balaiada de frutos do mar, o camarão na moranga, o comercial e o Pf (Prato Feito). O mais caro é R$18 e o mais barato R$9.
Dicas de passeio: Apesar da cidade ser litorânea, o marão com praia de areia mais perto fica longe 40 minutos de voadeira. A vantagem é que é uma ilha com 40kms de praia intocada e selvagem. Chama-se Superagüi (em latim: super=grande e sagüi=macaco zarolho da cabeça careca). Outra dica é deixar 5 pratas pro camioneteiro do Boticário e andar em uma trilha até o salto Morato, uma cachoeira grandona e bonita. Ainda no Morato: conheça a fiqgueira que faz das raízes uma ponte em cima do rio e a cachoeira do lageado pequeno. Visite uma tribo indígena caiçara e tente subir a trilha de trás da igreja. Dá um quilômetro de sobe-desce, mas a vista lá de cima é belíssima. Se você tem uma moto, percorra a trilha do telégrafo. Se você quer aventura ecoturística, conheça a reserva do Sebuí. Lá tem sapos coloridos e arborícolas, cachoeiras muito bonitas e rios para canoagem.





