ALBUM: 47 ANOS DE BRASILIA

terça-feira, 3 de julho de 2007 | 4:07 pm

Festa da comemoração dos 47 anos de Brasilia. Troca da bandeira, páraquedismo, balonismo, fogos de artifício.
Brasilia fechou 47 anos de idade com um corpinho de 70. Meio acabada, mas vá lá, que festa gigantesca! Panis et circensis. Metrô de graça, transporte coletivo de graça; Calypso, Zezé di Camargo, Paralamas, Padre Zezinho, orquestra sinfônica, bandas regionais, todos, de graça; maratona com prêmio de 3 carros zero, vôlei de praia. Balonismo, páraquedismo, troca da bandeira, um monte de políticos homenageados com a grande ordem das bananas. Foi interessante, acredite. O álbum acima te resume em 5 minutos, cinco horas.
Conheci João Havelange, Joãosinho Trinta e o fotógrafo do Estadão, o Francisco, encarregado de seguir Lula, o presidente. O mais gente boa de todos os ilustres do dia. O Francisco, fique claro: Lula não compareceu ao evento. Os outros políticos, politicáveis e presidenciáveis? Todos muito sérios para um dia tão nublado e festivo.
Já Arruda, o governador que pediu perdão pela fraude do painel (e foi perdoado, veja que virou governador, olha só) era um sorriso ambulante. Literalmente. Parecia um smile
Brasilia fechou 47 anos de idade com um corpinho de 70. Meio acabada, mas vá lá, que festa gigantesca! Panis et circensis. Metrô de graça, transporte coletivo de graça; Calypso, Zezé di Camargo, Paralamas, Padre Zezinho, orquestra sinfônica, bandas regionais, todos, de graça; maratona com prêmio de 3 carros zero, vôlei de praia. Balonismo, páraquedismo, troca da bandeira, um monte de políticos homenageados com a grande ordem das bananas. Foi interessante, acredite. O álbum acima te resume em 5 minutos, cinco horas.
Conheci João Havelange, Joãosinho Trinta e o fotógrafo do Estadão, o Francisco, encarregado de seguir Lula, o presidente. O mais gente boa de todos os ilustres do dia. O Francisco, fique claro: Lula não compareceu ao evento. Os outros políticos, politicáveis e presidenciáveis? Todos muito sérios para um dia tão nublado e festivo.
Já Arruda, o governador que pediu perdão pela fraude do painel (e foi perdoado, veja que virou governador, olha só) era um sorriso ambulante. Literalmente. Parecia um smile





