Sinto a orgia de fatos, dos mundos novos e suas novas portas que se abrem sem cessar. Algumas novas desilusões, é óbvio. Novos sentimentos que martirizam nossas novas pessoas.
Sobriamente, trago-ante-trago, delicio-me com fúteis lembranças de palavras doces e salgadas, que dançam alegres sob a melodia de minh’alma.
As vezes é interessante relembrar fatos e embeber em alegria movimentos antigos. As vezes é necessário enterrar amarguras, sentir que sua música já não tem partituras, amar pessoas mesmo que inseguras, beijar bocas, mesmo perdendo a compostura. Viver, calar-se, deixar transpirar o sentimento de derrota para aflorar alguma vitória.
Quase derrota-após-vitória-após-derrota.

