Vez ou outra, por alguns raros e apoucados momentos, começamos a exercer uma simplicidade vã e nos tornamos celebridade incondicional. Sim, monumentos homéricos de perfeita convicção.
E é nesse momento estranho aos olhos alheios que se percebe o quão dificil é ser o que nos resta sempre em outros dias: nós mesmos.
Ah, mas hoje nublou o céu, esfriou a alma e corrompeu-se a alegria. Sim, dia de martírio. Chôva então!
Quer o que? Tem gente que sequer esboça alegria ao ter sonhado qualquer coisa.

