A MULHER CIUMENTA

quarta-feira, 25 de julho de 2007 | 11:10 am

A mulherzinha era ciumenta e possessiva. Desconfiava da mulherenguice do seu marido. Chamou a amiga, tramaram um plano: ela daria em cima do canalha.
É claro que para aquela mulher, seu conjuge era culpado, até que se provasse o contrário.
Dia desses ele estava sozinho em casa. Era tarde da noite, calor insuportável, futebol na televisão. Ele estava tomando uma cerveja. A campainha tocou, era a amiga gostosona da sua esposa.
Ela entrou, ele fechou a porta. Ela insinuou, ele se fez de desentendido. Sentaram-se no sofá. Ela pousou a mão sutilmente na coxa do homem. Ele a olhou, beijaram-se vorazmente.
A amiga e o mulherengo viraram amantes.
É claro que para aquela mulher, seu conjuge era culpado, até que se provasse o contrário.
Dia desses ele estava sozinho em casa. Era tarde da noite, calor insuportável, futebol na televisão. Ele estava tomando uma cerveja. A campainha tocou, era a amiga gostosona da sua esposa.
Ela entrou, ele fechou a porta. Ela insinuou, ele se fez de desentendido. Sentaram-se no sofá. Ela pousou a mão sutilmente na coxa do homem. Ele a olhou, beijaram-se vorazmente.
— Canalha! Sua mulher tinha razão! — Disse ela, interrompendo
bruscamente o beijo.
— Razão? — Ele retrucou, na esquiva, tentando entender.
— Ela tinha razão… Seu beijo é quente! Vem cá que vou arrancar sua roupa.
A amiga e o mulherengo viraram amantes.





