A ARTE DE AMAR

domingo, 22 de julho de 2007 | 10:24 pm

O redator de telemensagens era muito bom no seu ofício. Sabia escrever com maestria recados personalizados para as mais fantásticas e diferentes situações: amor, ódio, aniversário, desencontros, desculpas. Tinha sempre uma boa idéia, fato que o consagrou como “Rei das Telemensagens”.
Dia desses o Rei das Telemensagens estava triste e desolado: tinha encontro com a namorada nova — a qual estava perdidamente apaixonado — e não conseguia expressar suas sentimentalidades de jeto nenhum.
Percebeu que o amor o cegou.
Pior, o amor tomara seu reinado. Deixara-o irremediavelmente bobão.
Dia desses o Rei das Telemensagens estava triste e desolado: tinha encontro com a namorada nova — a qual estava perdidamente apaixonado — e não conseguia expressar suas sentimentalidades de jeto nenhum.
Percebeu que o amor o cegou.
Pior, o amor tomara seu reinado. Deixara-o irremediavelmente bobão.





