NA FASE DO POR QUE DAS COISAS

quinta-feira, 5 de julho de 2007 | 6:06 pm

Gosto da história mundial por me apontar duas nuances decadentes e estratégicas: a questão épica social e a forma incrível de intolerância humana.
A dicotomia paz versus guerra, para ficar mais claro.
Desde os abilolados troianos, passando por caldeus, Davi e seu exército voraz, kamikazes lascivos e loucos até americanos que matam árabes por controle remoto: todos, fascínoras exterminadores, movidos por desejos imcompreensíveis e inestimáveis.
Fases mórbidas, perfiladas no seu dia-a-dia por sangue coagulado.
Dessa guerra também há alguns recantos de sossego e trégua, que adoro observar: épocas morais de sanidade mental em que a pornografia vira arte erótica, a religião torna-se não uma súplica aos bons e salvadores milagres da vida diária, mas sim um discernimento de gratidão eterna.
Afloram-se as Artes, a ciência, a criatividade, a remodelação nuclear, metais mais resistentes e leves, aparatos tecnológicos, a necessidade de testes.
E a guerra acena novamente na esquina, sorrateira, com um sorriso maquiavélico e profético.
A dicotomia paz versus guerra, para ficar mais claro.
Desde os abilolados troianos, passando por caldeus, Davi e seu exército voraz, kamikazes lascivos e loucos até americanos que matam árabes por controle remoto: todos, fascínoras exterminadores, movidos por desejos imcompreensíveis e inestimáveis.
Fases mórbidas, perfiladas no seu dia-a-dia por sangue coagulado.
Dessa guerra também há alguns recantos de sossego e trégua, que adoro observar: épocas morais de sanidade mental em que a pornografia vira arte erótica, a religião torna-se não uma súplica aos bons e salvadores milagres da vida diária, mas sim um discernimento de gratidão eterna.
Afloram-se as Artes, a ciência, a criatividade, a remodelação nuclear, metais mais resistentes e leves, aparatos tecnológicos, a necessidade de testes.
E a guerra acena novamente na esquina, sorrateira, com um sorriso maquiavélico e profético.







